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quarta-feira, 13 de março de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Lanterna Verde (Green Lantern)

Lanterna Verde

Resenha Cinematográfica

Planos de um filme com o Lanterna Verde rolaram pela Warner desde 1998. Desde então, o personagem, diretor, escritor, orçamento e vontade da feição do filme mudou e variou, mas em 2009, se concretou o plano, e foi feito o desastre: Green Lantern.
Na simples trama de Lanterna Verde, Hal Jordan (Ryan Reynolds), um piloto de teste irresponsável, é escolhido por um anel alienígena para ser um vigilante do sector terráqueo e ele tem que enfrentar uma imparável ameaça, o Parallax.
Com o pior 3D convertido que este metido a crítico já viu, Martin Campbell prova que seus bons dias de James Bond já passaram e agora são só uma lembrança.
E o roteiro, cujos autores nem merecem ser mencionados, é um bolo clichê de super-herói, que ao contrário de Os Vingadores, não usa isso a seu favor, e cai na mesmice tão rápido que a sonolência é inevitável.
Quanto ao elenco, Mark Strong, Geoffrey Rush e Michael Clarke Duncan são os únicos que se salvam e capturam a essência do personagem, incorporando elementos do que os personagens iriam se tornar, se houvesse uma sequência.
E a atuação de Ryan Reynolds que está mais canastrão do que nunca, é comparável a de Blake Lively que está com a mesma personalidade de Gossip Girls, só mudando aa cor de cabelo.
Com um roteiro fraco, elenco quebrado e uma direção falha, Lanterna Verde mostra o que acontece com uma história se o vilão não é estabelecido e muito menos o herói.

Green Lantern
2011 | EUA - 114 min

Ação, Aventura, Super-Herói

Dirigido por Martin Campbell
Estrelado por Ryan Reynolds, Blake Lively.

Qualificação final:
05.6 de 10.0

Resenha escrita por
Will

sábado, 9 de março de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Os Vingadores (The Avengers)

Os Vingadores

Resenha Cinematográfica

Desde 2005, a Marvel vem traçando um plano para colocar seus heróis mais famosos em filmes. O plano foi posto em ação com Iron Man, de 2008, e culminou em fim, a Os Vingadores.
O filme trata, com cautela, da formação do grupo Os Vingadores, que é a junção de pessoas extraordinárias com poderes ou habilidade para lutar as batalhas que os humanos comuns não poderiam. O grupo tem que lidar com Loki (Tom Hiddleston) enquanto tentam se estabelecer.
Usando todo clichê no livro, paletas muito vivas e efeitos extraordinários, The Avengers quase cai na armadilha de Demolidor - O Homem Sem Medo, mas consegue se salvar, fazendo um filme que não abaixa sua guarda e só cresce, em qualidade e história.
Joss Whedon, o "rei" nerd dirige seu próprio roteiro, que como antes dito, sofre clichês de o grupo que não funciona, e daí funciona, e no final, tem uma grande batalha que é claro, ganha.
Um filme que trata de tecnologia, alienígenas e ciência com um roteiro que se salva e tem um ótimo alívio cômico.
Um monumento a nerdice, que não desce do salto e coloca um nerd no próprio filme, disfarçado de terno.
Sem dor, sangue, explosões e cenas inúteis na praia, Os Vingadores é um blockbuster de primavera que não fica obsoleto e deleitável assisti-lo.
Com 3D convertido, os efeitos aumentam e o sentimento de inclusão na cena é muito maior e mais completo.
Os Vingadores é um filme com seguimento cult que pode ser considerado eterno, que faz um complicado longa de super-heróis ser uma diversão familiar e para todas as idades.

The Avengers
2012 | EUA - 143 min
Ação, Aventura, Super-Herói

Dirigido por Joss Whedon
Estrelado por Robert Downey Jr., Chris Hensworth, Chris Evans, Scarlett Johansonn, Mark Rufallo, Jeremy Renner, Samuel L. Jackson.

Qualificação final:
09.6 de 10.0

Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico 4 (Scream 4)

Pânico 4

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Na tentativa de reviver a franquia, The Weintein Company voltou ao início e trouxe de volta Kevin Williamson e o nunca sumido Wes Craven para escrever e dirigir uma quarta parte da série Pânico. Mas falhou, na bilheteria.
Em Scream 4, passaram dez anos da última aparição de Ghostface e todos os sobreviventes vivem felizes. Gale (Courtney Cox), agora casada com o xerife Dewey (David Arquette) é uma escritora, assim como Sidney (Neve Campbell), que acaba de lançar um livro sobre sua vida. Quando vai para Woodsbroo para divulgar sua obra, Sidney presencia a ascensão de um novo assassino, usando, novamente, os filmes como pano de fundo.
Como tradição da franquia, o filme apresenta um extensa e novinha em folha lista de nomes (conhecidos ou não) para você duvidar deles, tentando adivinhar o assassino, dessa vez, mais amigável e psicótica do que os anteriores.
Cheio de um elenco teen, o longa tem diálogos acreditáveis para adolescentes modernos, preocupados com seus celulares e se vão ou não vão na casa do colega. É deliciosamente palpável o gosto retornante de suspense e sangue, no show de facas digitais que Craven dirige.
E o filme vai colocar sua mão na boca quando o mascarado se violenta ou esfaqueia uma vítima na cabeça e tal anda alguns bons metros antes de morrer.
Apresentando os efeitos de computação, Scream 4 também moderniza sua história, criando uma trama auxiliar em que o assassino grava seus assassinatos para criar um novo filme e usa um app do iPhone para ganhar a voz clássica do Ghostface.
Pânico 4 mostra que Craven e Williamson sabem se renovar e deixa bem claro porque The Vampire Diaries ou Dawson's Creek de Kevin, são de tanto sucesso.

Scream 4
2011 | EUA - 111 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.8 de 10.0

Resenha escrita por
Will

domingo, 17 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico 3 (Scream 3)

Pânico 3

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Enquanto tentava acabar Scream 2, Kevin Williamson, roteirista dos dois primeiros filmes, escreveu um ensaio, apresentando sua ideia para terminar a franquia Pânico, no filme 3. Sua ideia foi negada e Ehren Kruger foi contratado para escrever o fechamento da série.
Em Pânico 3, todos seguiram seus caminhos. Dewey (David Arquette), agora desempregado, vive em Woodsbro, enquanto Gale (Courtney Cox) é uma repórter-âncora de sucesso, deixando seus dias investigativos para trás. E Sidney (Neve Campbell), vive agora recluída da sociedade, em uma casa de campo. Ela trabalha num atendimento contra violência feminina e tudo parece bem, até que um novo Ghostface, mata o suposto assassino de sua mãe, Cotton Weary (Liev Schreiber) e sua namorada. Esse novo Ghostface irá invadir os pesadelos de Sidney e revolucionar sua vida, no presente, no futuro ou até mesmo do passado.
O longa é o único meta-filme da série, e pode ser garantido: é o pior da série. Usando de mortes mais falsas,, com o pretérito de enganar o espectador, Pânico 3 não tem um protagonista.
Devido ao seu contrato, Neve Campbell só podia ficar 20 dias no set, sendo que filmes tem mais de 90 dias de fotografia principal, deixando o seu personagem menos na tela. Sendo assim, um elenco de atores teens, interpretando atores, teve que contracenar com Cox e Arquette para substituir Campbell.
A falta de protagonista, não é um problema, afinal. É bom, e deixa todos os personagens com uma importância similar, impedindo as apostas de quem pode ser o assassino, tão inimaginável que pode ser um dos pontos altos do filme.
Seguindo as regras de um final de trilogia (Um assassino super-humano ["esfaquear não irá funcionar, armas não irão funcionar. Basicamente você tem que decapitar o vilão e congelar a cabeça."], qualquer um pode morrer e o passado irá voltar para te assombrar, afinal o passado não acabou e todos os seus pecados e segredos poderão vir a tona), Scream 3 joga seguro.
Sem nenhuma inovação, o filme é monótomo, e alguns pontos, cansativo.

Scream 3
2000 | EUA - 117 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
07.5 de 10.0

Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico 2 (Scream 2)

Pânico 2

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Por mais de brincar mais do que deveria com os perigos de fazer uma sequência, Wes Craven não desaponta e desenvolve sua sequência dignamente, novamente contando com Kevin Williamson no roteiro.
E Craven teve muito trabalho, fazendo de sua sequência, um filme quase tão digno que o original.
No longa que sucede o blockbuster Pânico, Sidney (Neve Campbell) agora na faculdade, tenta recomeçar sua vida e esquecer seu passado, mas o acaso não permite quando um novo assassino, inspirado no original de Woodsbroo, surge na nova vida de Sidney. E para sobreviver a nova carnificina, ela novamente irá contar com Gale Weathers (Courtney Cox), agora um repórter sucedida, Dwight Riley (David Arquette), também sucedido como policial.
Com medo da história cair na mesmice, o roteirista fez da mesmice a história, transformando os eventos do primeiro filme em uma espécie de fórmula macabramente genial.
E em meio aos gritos é que Campbell prova que não é uma estrela teen qualquer e mantém o seu nível de atuação por todo o filme. Mesma situação de Courtney Cox, que destrói sua imagem de amigável vizinha da sitcom "Friends" e retorna no papel de Gale, mais vadia e determinada do que nunca.
Com muito mais sangue, dor e efeitos, Scream 2 não é uma trama forçada. Corre naturalmente e a revelação do assassino, durante o clímax final, é como uma real "esfaqueada" nas costas, de tão surpreendente. E como Randy (Jamie Kennedy) disse: "The past will always come back to byte you in the ass" (O passado sempre irá retornar para te assombrar), são os assassinos: uma completa reflexão dos acontecimentos do filme original, mas a sequência consegue ser indepedente, e tem suas própria lacunas, não precisando do primeiro filme como base.
Por mais que Craven e Williamson não se superem, eles fazem um bom trabalho mantendo o nível, e brincando sobre decair na sequência.

Scream 2
1997 | EUA - 120 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.2 de 10.0

Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico (Scream)

Pânico

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Scream não mudou a forma de gravação, não criou um diretor e muito menos um elenco. Ao contrário; foi um filme com um bom diretor de suspenses, um elenco relativamente conhecido, e jogou seguro. Talvez fora isso que o fez tão marcante.
No longa, um assassino surge na pequena cidade de Woodsbroo matando brutalmente dois jovens, fazendo Sidney (Neve Campbell) pensar se estas novas mortes tem uma conexão com a morte de sua mãe, que completa um ano. Sidney irá contar com Dewey e Gale (David Arquette e Courtney Cox) para fugir e se salvar deste serial killer que tem os filmes como inspiração e segue regras nada ortodoxas.
Com uma trama tão clichê, é surpreendente que o novato Kevin Wiliamson conseguiu ser original, mas chega a ser uma fácil tarefa quando você conta com Wes Craven, o cara que trouxe Freddy Krueger pela primeira vez na telona, na cadeira de diretor e um elenco que tem atores aclamados fazendo aparições e outros saindo da sua área de conforto.
Um slash que usou e abusou dos efeitos visuais da época fazendo um filme barato - com sangue de xarope de milho -, mas de muita qualidade.
Craven, com Williamson, renasceu o gênero, que jazia em seu túmulo, tendo os sustos e gritos somente na memória, relembrando os dias que já passaram. O terror estava em seus trapos mais rasgados, e esse filme, tendo os clássicos filmes de terror/horror como motivo para o assassino, em um jogo mortal de perguntas, trouxe o gênero de volta a vida e inspirou vária franquias e paródias.
Recheado de referências, o filme tem suas piadinha e alívios cômicos, mas que não estragam o filme e somente o deixam balançados.
O longa satiriza outros filmes do gênero e cria uma base muito interessante sobre quem pode e não pode morrer durante o desenrolar e deixa algo bem claro: todos são suspeitos.
E quanto a força que Sidney deve ter achado durante o clímax, deve ter sido adrenalina. Mas nada irá ser tão surpreendente quanto a revelação do vilão, que bota muitas mudanças de clímax no chinelo.

Scream
1996 | EUA - 111 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.7 de 10.0

Resenha escrita por
Will

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

[T&S] Happy Bday ~KatMIss!!!

Hoje nossa ADM Millena Cibelle, a ~KatMIss da nossa page está completando 15 aninhos de idade!


Millena entrou na nossa page sem concurso e hoje é uma das ADMs preferidas da nossa página do facebook. Filha de Hades e tributo do Distrito 13.

NOSSA EQUIPE TODA DESEJA MUITAS FELICIDADES E ANOS DE VIDA! QUE OS DEUSES ESTEJAM SEMPRE AO SEU FAVOR!

Você pode desejar os parabéns a ela nos comentários ou na nossa página do Facebook!

Visite o perfil da Millena no Facebook!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | The Breakfast Club (O Clube dos Cincos)

O Clube dos Cinco

Resenha Cinematográfica

Este clássico é um filme perfeito, que desenha seu caminho até o final de forma tão discreta, que é apavorante. Com uma história e um texto perfeitamente polido, The Breakfast Club conta a história de 5 jovens, que por conta de seus atos errados durantes a semana, são forçados a passar um sábado na detenção escolar, sobre os olhos do professor Richard Vernon (Paul Gleason), que por sua vez, vos encarrega de escrever uma redação sobre o que fizeram para estarem presentes na detenção e como se arrependem disso. Mas John Bender (Judd Nelson), o badboy, leva Claire (Molly Ringwald), Brian (Anthony Michael Hall), Andrew (Emilio Estevez) e Allison (Ally Sheedy) ao literal extâse e lentamente transforma-os em amigos.
Com uma trilha sonora tão clássica como o longa, The Breakfast Club é o mais sucedido filme do reio dos filmes adolescentes, John Hughes. Hughes escreveu o roteiro e dirigiu o mesmo, e não haveria alguém mais certo para isto.
O filme junto com o personagem de Nelson, vai te deixar inconfortável, mas vai te incorporar naquele grupo de pessoas opostas, porém no fundo, passando pela mesma coisa: a euforia da adolescência.
Enquanto se tornam amigos, os esterótipos ditados desde a fala inicial se dissolvem e torna o filme eterno, mostrando que a juventude dos anos 80 não é de grande diferença da atual: uma juventude rotulada, com basicamente, os mesmos problemas.
Para os que como eu, ama os velhos tempos, este filme é cápsula do tempo, que vai lhe dar arrepios na cena final. Quando John Bender sente aquela necessidade de erguer o punho ao ar, porque ele sabe que conquistou-a.
Mas para os não-oitentistas, que fique claro, você não está salvo dos arrepios, pois este é um filme emocionante, para qualquer um que já teve acne ou espinhas.
O filme só não ganhou a nota máxima por deixar o grupo pairando no ar. Será que eles ficaram amigos na segunda seguinte? Ou será que não? Esta é uma pergunta que somente o falecido Sr. Hughes poderia responder, sendo assim, uma pergunta eterna.

The Breakfast Club
1985 | EUA - 97 min
Dramédia, Juvenil

Dirigido por John Hughes
Estrelado por Emilio Estevez, Judd Nelson, Molly Ringwald, etc.

Qualificação final:
09.9 de 10.0


Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | House at the End of the Street (A Última Casa da Rua)

A Última Casa da Rua

Resenha Cinematográfica

Na trama de House at the End of the Street, Elissa (Jennifer Lawrence, de Jogos Vorazes) volta a morar com sua mãe (Elizabeth Sue, de Piranha 3D) mas as duas se mudam para uma casa desvalorizada por conta de um assassinato duplo na casa à frente, que foi creditado a Carrie Anne, irmã de Ryan (Max Theriot de Sétima Alma) que não estava presente durante o acontecido na família.
A trama é interessante, os atores são bons em outros trabalhos - sendo Lawrence nomeada ao Óscar, Theriot tendo trabalhado com o mestre do suspense, Wes Craven, e Sue sendo o único destaque do estranhamente erótico blockbuster 3D de qualidade duvidosa, Piranha 3D - mas o filme não é lá grandes coisas.
Vale ressaltar que Jennifer aceitou o trabalho em 2010, antes de ser escolhida como Katniss ou principalmente: antes de ter caído nas graças do público e da crítica por Inverno da Alma, o que leva a impressão da estrela ter aceitado esse filme por pura oportunidade, por falta de opções ou, que Hitchcock me perdoe, por cachê.
O filme, como já disse, tem uma premissa perfeita, mas tem o desenvolvimento mais ridículo e previsível de todos os longas de suspense. Os atores dão um show, até os secundários (Nolan Gerard Funk, por exemplo), mas o problema do filme está também na parte técnica: em todas as cenas de ação, Lawrence tem seu busto enquadrado, e o modelo do frame continua, até a cena mudar. E o final de Ryan, é um pouco estranho e sua sobrevivência é um tanto duvidosa...
Max Theriot, retrata bem a vítima/vilão, e consegue te enganar e iludir nas cena de romance com Jennifer, que continua a ter seu brilho inesquecível.
Uma coisa que achei interessante e que vale a pena comentar: o filme foi gravado com câmeras Techiniscope velhas, para ter um efeito granulado, referente a filmes de suspense antigos, mas o formato também é mais barato de guardar e processar.

House at the End of the Street
2012 | EUA - 102 min
Romance, Suspense, Terror

Dirigido por Max Tonderai
Estrelado por Jennifer Lawrence, Max Theriot, Elizabeth Sue, entre outros.

Qualificação final:
06.3 de 10.0


Resenha escrita por
Will

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

[T&S] Res. Literária| Anna e o Beijo Francês


ANNA E O BEIJO FRANCÊS 

SINOPSE: Anna está ansiosa para começar seu último ano escolar em Atlanta, onde ela tem um ótimo trabalho, uma melhor amiga leal, e uma quedinha à beira de se tornar algo mais. É por isso que ela está menos do que excitada em ser enviada para um colégio interno em Paris — até que ela encontra Étienne St. Clair: perfeito, parisiense (e inglês, e americano, com um sotaque digno de desmaio) e completamente irresistível. O único problema é que ele não está livre, e Anna pode não estar também, se alguma coisa acontecer na sua quase-relação onde ela mora. Quando o inverno derreter na primavera, será que um ano quase romântico acabará com o esperado beijo francês que Anna — e os leitores — tem aguardado?

Vai um chick-litt aí? Haha. Suspiros. Não vejo outra maneira de começar essa resenha, falar de um livro tão doce, tão leve e ao mesmo tempo tão bom como Anna e o beijo francês é assim, é só o que nos causa, suspiros, suspiros e mais suspiros! O livro todo, haha.  Pode parecer bobo e pouca coisa, o título parece sugestivo ao enredo, mas não se deixe enganar. A história é bem mais que isso.

Anna Oliphant é uma estudante comum que ao contrário de todas as adolescentes que sonham em ir para fora só quer uma vida estável – ou o mais perto disso – e conseguir viver sua vida da maneira mais tranqüila. Mesmo frustrada por essa viajem ser mais um capricho de seu pai do que uma vontade sua ela segue rumo a Paris, a Cidade das Luzes.

Não poderia ser pior: sozinha, em Paris, sem falar francês, extremamente chateada com a situação e em um internato por um ano inteiro. Tudo vai de mal a pior até que Anna conhece Meredith e assim faz novos e bons amigos, um em especial: St. Clair ou Étienne. O típico parisiense boa pinta e hospitaleiro a qual Anna tenta ao máximo evitar, afinal, ele e sua namorada podem estar com problemas, mas não era de seu feitio agir assim.

A história é meiga e bastante leve, prende o leitor ver como o amor pode surgir das maneiras mais simples e nos momentos mais inesperados, sem monstros, coisas sobrenaturais, ou catástrofes. Amor adolescente e sincero, com empecilhos reais, comuns, que podem estar acontecendo agora mesmo enquanto você lê essa resenha. Pode até parecer clichê para muitos, mas estamos na época em que o clichê se tornou novidade diante de tantas peculiaridades que lemos por aí.

Stephanie Perkins se consagra mais uma vez como uma das melhores escritoras do gênero (amo a Simone Elkeles, sorry) nos contando uma história que nos rouba sorrisos, risos, sustos, pesares e se a pessoa for como eu até algumas lágrimas. Nota 1000 para esse livro.


Resenha escrita por
Letícia

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

[T&S] Res. Literária | A Hospedeira

Tudo que você conhece foi destruído, sua própria raça foi drasticamente exonerada, seu corpo se tornou casa para seres de outro planeta chamados “almas”. Seres que vivem com seu corpo, usam seu cérebro para pensar, as mãos para manejar e fazem o mundo continuar funcionando como se tudo isso fosse uma mudança banal no dia-a-dia. Surreal não? Esse é o universo que A Hospedeira nos apresenta.
Logo de inicio somos apresentados a esse universo não na visão dos humanos como era de se esperar, mas na perspectiva de uma Alma. Peregrina, ou Peg é uma Alma viajante que não conseguia achar um lugar a que realmente pertencesse no universo, e assim, mais uma vez ela migra para outro planeta em busca de algo que ela sempre procura, embora não saiba exatamente o que é. Tudo ocorre as mil maravilhas... ela tem um trabalho, vive em sociedade com as outras Almas, e atinge até um certo status de “popularidade”. Porém algo lhe atormenta profundamente: sua Hospedeira (termo que denomina a antiga dona do corpo que ‘hospeda’ a alma) não sucumbiu totalmente a inserção... por meio de sonhos, flashblacks, Melanie – Ou Mel – ainda está por lá, ainda está lutando por aqueles que ama, que deixou e mesmo assim ainda busca proteger.
Peg de inicio fica confusa, pois, afinal... os seres humanos dita a lenda eram pessoas sem coração, que cometiam as piores atrocidades possíveis contra sua raça, aos olhos das Almas, a tomada do planeta Terra fora uma medida totalmente racional, diria até um favor... Mas a saudade, a vontade de proteger e o amor de Melanie por sua família era tão forte que era como se eles fossem a própria família dela – se ela um dia tivesse tido uma – e movidas pela vontade de proteger Jared – companheiro de Mel – e Jamie – irmão dela – ambas burlam toda a política perfeita das Almas e saem em busca do improvável.
Posso afirmar veementemente que esse livro me surpreendeu da maneira mais positiva possível. Foram inúmeras as criticas a respeito dizendo que o livro era maçante demais e impossível de extrapolar as 100 paginas de tão constante que o tédio era, mas ressalto meu ponto, porque apesar da grossura do volume - mais de 500 páginas – o li inteiro em menos de 24 horas de tão boa que a história era/é.
Vampiros? Esqueça. Triângulos? Pode parece para alguns, mas a história definitivamente não é um. É um dos romances mais completos que eu já li em toda minha vida, tem ação, comédia... te faz rir e te faz chorar. Um livro leve que você termina de ler sorrindo, um livro que eu recomendo a qualquer pessoa com vontade de ler algo pra melhorar o humor, ou simplesmente ter o prazer de mergulhar no universo que nos é apresentado. Um livro que fala de amor ao próximo, sacrifício e traz uma mensagem a qual não estamos nos dando conta: o amor está acabando. E é o amor que faz o mundo girar, onde estaremos sem ele? A que ponto a humanidade vai conseguir chegar? Quais atrocidades mais vão acontecer? O livro não fala de almas e humanos, fala de pessoas capazes de amar e pessoas que esqueceram como é isso.
Um livro lindo, singelo e puro. Um livro que te surpreende e te aproxima mais dos personagens a cada página, cada acontecimento, casa desafio. Um livro especial, que com toda certeza merece ser lido.

Resenha escrita por
Letícia

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | 2012 (2012)

2012

Resenha Cinematográfica

Muitos devem vangloriar este filme... mas eu não vou destruí-lo... vou aqui falar a minha opinião.

O longa catastrófico escrito e dirigido por Roland Emmerich, não é nada criativo, relata o fim do mundo. Uma premissa e sinopse oficial mais usada que pano-de-chão, rebatida e miseravelmente compartilhada entre uma grande variedade de estúdios e produtoras.
Mas a diferença desse filme, é a parte científica e técnica do roteiro de Emmerich, que explica o apocalipse com uma variedade impressionante de termos e teorias - algumas loucas ou explicadas e introduzida loucamente.
A trama do filme é sobre o escritor Jackson Curtis (John Cusack) de um livro apocalíptico, mas que vendeu poucas cópias, uma delas foi para o cientista Adrian Helmsey (Chiwetel Ejiofor) que acaba de descobrir que a Terra está com os dias contados. Após conhecer o lunático Charlie Frost (Woody Harrelson) que acredita na profecia maia e perceber que o apocalipse está inciando, decide ir junto com sua ex-mulher e seus filhos, onde arcas para a salvação dos líderes das potências e dos mais ricos, estão sendo construídas.
O filme, como previsível, é recheado de efeitos especiais, diálogos - sendo a maioria deles fracos e sem sentidos, com afirmações falsas (veja aqui erros em inglês) e cenas de ação muito boas (o fim do clímax, por exemplo) com uns personagens complexos, porém outro lamentáveis.
O filme contém vários nomes de peso, tais como John Cusack, Danny Glover, Woody Harrelson, Oliver Platt, Amanda Peet, e o único nome que deixou a desejar no filme, é o de Cusack, o resto está ótimo.
Porém em atuação negativa está um cientista amigo de Adrian (Jimi Mistry) que desenvolve seu personagem muito ingenuamente.

2012
2009 | EUA - 158 min
Romance, Aventura, Ação, Catástrofe, Ficção Científica

Dirigido por Roland Emmerich
Estrelado por John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover, Oliver Platt, entre outros.

Qualificação final:
05.5 de 10.0

Resenha escrita por
Will

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

[T&S] Promoção: 6 meses de Tributos e Semideuses

No ano passado, em dezembro, nossa equipe trabalhou bastante e com muito esforço ganhou em 3º lugar no Percy Jackson Day, uma competição entre fã-clubes. E como não seríamos nada sem vocês, decidimos separar um pouco dos prêmios para sortear entre vocês. Os prêmios separados foram:

- 1 camiseta (tamanho P) da legião Fulminata e SPQR, da cor vermelha;
- 1 botton do Percy Jackson Day;
- 1 chaveiro de tênis com asas;
- 1 bloco de A Sombra da Serpente.



Os prêmios serão sorteados como um kit.
O sorteio é comemorativo, dos 6 meses da página T&S e será realizado no dia 13/01/2013, ás 20:00 no horário de Brasília.

Regulamento para participar:
- Curta a página Tributos e Semideuses;
- Compartilhe esta imagem em modo público;
- Entre nesse link (http://sorteie.me/facebook/compartilhar.php?id=134487) e clique em "Quero Participar".

Realizar os itens é necessário e a improcedência do mesmo resultará na seleção de outro ganhador.

Estamos dispostos a suprimir qualquer dúvida.


Que os deuses estejam sempre ao seu favor!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

[T&S] Res. Literária | As Vantagens de Ser Invisível

Em uma estranha coincidência (não foi combinado em qualquer momento) a resenha literária, assim como a cinematográfica é de As Vantagens de Ser Invisível.
...
Não sei bem por onde começar a falar desse livro... foi algo tão bom, tão repentino, tão perfeito que eu ainda me encontro meio desnorteada, não consegui sair daquele universo, não consegui deixar Sam, Patrick e Charlie, e para dizer a verdade, também não sinto vontade. Pode parecer o mesmo clichê de sempre, eu falando de um livro que me marcou do quanto esse livro é bom e blá-blá, mas não é, é bem mais que isso, porque quando falo de As Vantagens de ser Invisível não me sinto falando de um simples livro, é mais como se eu estivesse descrevendo um amigo de longa data, alguém muito importante pra mim. É, isso mesmo, esse livro é um amigo. Como as cartas que Charlie escrevera para seu querido amigo, escrevo esta resenha para um “Querido, amigo” que também me escute e me entenda. Entenda que este livro é muito mais do que parece ser e que hoje em dia um livro assim é como um diamante em meio a vários destroços de vidros, um feixe de luz na escuridão, e não encontro outra maneira, ou termo que defina o que esse livro te faz sentir, ele te torna infinito, nós torna infinitos. Desde a primeira página, desde a primeira carta conhecemos Charlie pouco a pouco. Um garoto comum, não popular, não tão cheio de amigos, mas cheio de sonhos e uma vontade de sentir algo que ainda não tem nome, algo que seja um misto de todas as coisas boas que se pode ser agraciado, um garoto puro e realista em relação aos altos e baixos que a vida nos traz e muitas vezes simplesmente passam despercebidos. Pode parecer pouca coisa, mas não é. O livro é tão sincero, tão especial que deixa uma marca tão profunda em quem lê que é impossível negar que ele é único. Em busca de seu objetivo, da felicidade seja lá o que ela signifique Charlie segue sua jornada rumo ao colegial cheio de medo e de primeira cheio de frustrações, mas tudo isso evapora, dissipa, a partir do momento que ele conhece amigos, não aqueles de dizer “oi”, mas os de verdade, os tão raros hoje em dia e assim, juntos começam e descobrir e viver as pequenas e melhores coisas que a vida tem a oferecer. Com uma linguagem simples Stephen consegue transmitir a historia de uma maneira que o leitor se sente o quarto elemento do grupo de amigos, vive todas as histórias juntamente a Charlie, se diverte nas festas, nas conversas, e se sente invisível, como Charlie. O livro é uma tremenda roda gigante de emoções que brinca com o nosso intimo de uma maneira difícil de ignorar. Mostra-nos que ser invisível não é uma coisa ruim, o invisível é aquilo que olhos comuns não conseguem ver, ser invisível é ser especial, é viver a vida de uma maneira livre e sem repreensões, é saber tirar o melhor de tudo independente se a situação seja boa ou não. E que todos tem um Charlie dentro de si, independente de quem seja. Se tornou meu livro predileto, talvez seja por ser um dos últimos que eu li – como Charlie – ou simplesmente por ser um livro que amplifica a visão de quem lê, nos dá uma perspectiva mais profunda do mundo a nossa volta. Um livro assim tem uma história com quem lê que dura muito mais do que as horas que usamos lendo-o, uma história que dura e nos transmite coisas para vivermos a nossa vida, uma história infinita.

Resenha escrita por
Letícia

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 5

O capítulo 6 não ficou atrativo, então aqui vai só o capítulo 5.

Capítulo 5

Charles estava realmente muito animado. Ele acabara de sair do almoço no refeitório, e a notícia realmente havia aumentado em muito seu ânimo. A Caça a Bandeira era hoje! Ele falara com vários campistas veteranos e pegou todas as informações que podia. Mas porque ele estava tão animado? Ora, era o momento perfeito. O momento em que ele mostrará para a sua mãe que ele vale a pena ser reclamado.
Charles deitou na grama, banhado pela luz do sol acima dele. Um sorriso podia se encontrar em seu rosto. Ele tentou lembrar de todas as palavras de Quíron. Se a memória dele não estivesse falha, ele podia lembrar do seguinte: O evento era a vingança de Apolo contra Ares, quando o mesmo perdeu na última Caça a Bandeira. Ares em aliança com Hefesto, Hebe, Atena e Deméter. Apolo em aliança com Hermes, Nêmesis, Íris, Hécate e Dionísio.
Uma possibilidade entrou na mente de Charles como uma bomba. ELE estava contra Andrew. Ele não teria chances nenhuma numa luta mano a mano. Porém esse pensamento logo se afastou, afinal, não haveria como, em uma floresta onde dezenas de campistas estariam lutando, ele ter que lutar logo com ele. Porém, a força do time vermelho aumentava em muito só com a presença dele.
O dia foi passando até que as 17:30, onde estava marcado para que todos os campistas pertencentes aos dez chalés se reunissem na frente da floresta. Charles chegou meio atrasado, mas todos os chalés estavam lá já. O grupo de Ares estava com camisa vermelha por baixo das armaduras, enquanto o grupo de Apolo usava uma camisa laranja. Todos do grupo de Apolo estavam reunidos em uma roda. Sussurrando alto o suficiente para apenas aqueles na roda pudessem ouvir, Lucas, o conselheiro-chefe do chalé 7, disse:
– Então pessoal, é a nossa chance agora. Eu peço a ajuda de todos vocês. Precisamos derrotar Ares hoje. O objetivo? Bom, nós ficaremos com a parte Norte da floresta e eles com a Sul. Temos que encontrar a bandeira deles e levá-la ao nosso território. Assim que cruzarmos o território, a trombeta vai soar e anunciar o vencedor. A fronteira é no riacho que passa no meio da floresta - disse, apontando para a nascente do riacho que estava apenas alguns metros do grupo - e - ele diminuiu o tom - a nossa bandeira vai ficar no extremo Sul - todos concordaram com a cabeça, inclusive Charles - Bom: Hécate, vocês ficam com a Linha de Defesa, perto da bandeira. Quando a trombeta soar, vocês devem ir direto para lá, entenderam? - alguns campistas disseram "sim" - Irís, vocês vão adentrar a floresta junto conosco, Apolo, e mandará as informações que conseguirem para nós, entendido? Ótimo. Nêmesis: Sua função é capturar a bandeira. Dionísio: Usem seus poderes com as vinhas para criar armadilhas, junto com Hermes. Entendido? - todos concordaram com a cabeça - Mais uma coisa: Eles têm Atena, A estratégia e a força juntos. Tomem muito, muito cuidado.
– Silêncio! Todos vocês! - Quíron se pronunciou - Vamos dar início a atividade! Todos já sabem as regras! Arrumem seus campistas, e em cinco minutos daremos início a Caça a Bandeira! - todos começaram a gritar com a última frase de Quíron.
Deram a Charles uma armadura para lá de pesada. Sabendo que tal peso só diminuiria sua velocidade e seu poder na luta, Charles retirou o capacete e ficou apenas com o peitoral, as ombreiras, as cotoveleiras e as joelheiras. Ele recebeu uma bela espada feita de bronze celestial. A embainhou. Lucas pegou a bandeira e, ao soar, da trombeta, o acampamento se dispersou numa velocidade surpreendente.
Charles correu para o meio da floresta, em seu território. O sol já estava se pondo a essa hora. Os grandes pinheiros tomavam uma boa visão do céu. A vegetação mediana impedia um pouco o caminhar de Charles, mas isso não o impediu de adentrá-la mais. Fez sua primeira arapuca, a qual havia aprendido com seu pai, e seguiu mais adentro. Não se passou muito tempo até Charles ouvir o som de metais se chocando a sua direita.Invadiram nosso território!.
Ele foi na direção do som. Ao chegar lá, ele viu um campista com uma camisa vermelha embaixo da armadura, e o número "3" colado em seu peitoral. O campista do grupo de Apolo estava perdendo feio a batalha. Ele possuía vários cortes e seu capacete estava amassado. O campista vermelho ganhava terreno furiosamente, utilizando de qualquer brecha para atacar seu adversário. Charles não pode ficar parado. Ele se esgueirou por trás de seu inimigo e bateu fortemente com o punho da espada no pescoço do semideus. Ele caiu desmaiado no chão.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | As Vantagens de Ser Invísivel (The Perks of Being a Wallflower

As Vantagens de Ser Invísivel

Resenha Cinematográfica

The Perks of Being a Wallflower dói. Dói porque ele retrata a solidão, a ansiedade e a total bagunça fremente da adolescência que não é vista com frequência [...]
- San Francisco Chronicle 
E essa frase é uma ótima sentença para se começar uma resenha de um dos filmes mais impecáveis que o mundo já viu.
As Vantagens de ser Invisível conta a história de Charlie (Logan Lerman) que tem uma dificuldade em arranjar amigos após o suicídio de seu melhor amigo. Então, ele conhece Sam (Emma Watson) e Patrick (Ezra Miller), irmãos inseparáveis, e apresentam Charlie a um novo mundo.
Com uma trinca de atores já conhecidos de Percy Jackson, Harry Potter e Precisamos falar sobre Kevin, o filme é, nas palavras do próprio diretor e roteirista, à prova de balas. Mas o filme é muito mais que isso.
O longa, é uma genialidade em si. Com uma história incrível, uma adaptação literária maravilhosa e atores melhor ainda, o filme, que se passa em 1992, é recheado de citações e referências.
Destaque para Logan Lerman no seu melhor trabalho dramático, sabendo canalizar Charlie e todos os seus sentimentos (inclusive quando ele está drogado) e para Emma Watson, mais uma vez provando sua capacidade fora de Hermione.
Mas Miller, a pitada cômica do longa também merece destaque.
Kate Walsh e Dylan McDermott são os pais de Lerman no filme e são dois atores muito bons mas estão muito apagados no filme.
Esse filme tem uma continuidade realmente criativa e uma trilha sonora imprescindível.
Um longa muito bom, porém foi muito mal distribuído no país.
E aos que não gostarem do filme ou da adaptação, que com todo o respeito, façam o favor de ir comer amoras.

The Perks of Being a Wallflower
2012 | EUA - 102 min
Romance, Aventura, Juvenil

Dirigido por Stephen Chbosky
Estrelado por Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller, Nina Dobrev, Kate Walsh, Dylan McDermott, Paul Rudd, entre outros.

Qualificação final:
09.5 de 10.0


Resenha escrita por
Will

[T&S] Res. de Cinema | Number 23 (O Número 23)

Número 23

Resenha Cinematográfica

Um filme louco. Louco que pode te deixar louco.
Com umas tomadas paranoicas e psicodélicas, uma edição impecável, Número 23 prova que Jim Carrey, o papel-título, não é só um mestre da comédia, mas um ator fantástico.
O filme conta sobre um homem (Jim Carrey) que fica obcecado pelo simplório número 23, durante a leitura de um livro, que ganhou de sua esposa (Virginia Madsen). O personagem de Carrey dá adeus a sanidade quando o livro termina com um capítulo faltando, e decide ir atrás do autor, não sabendo que ele está mais perto do que se imagina.
A premissa é realmente atrativa, mas não se engane. O filme é dirigido pelo cineasta Joel Schumacher, conhecido por estragar a franquia Batman de Tim Burton Batman Eternamente e Batman e Robin e roteirizado pelo novato Fernley Phillips.
O filme jaz com muitas brincadeiras internas e truques de câmera. A história traz uma obsessão que no começo é muito gostosa de se acompanhar e até te leva um pouco na loucura, mas no meio do longa, o estado insano do personagem reduz qualquer palavra ou número ao seu redor, a um mero 23.
A direção é frágil, com algumas cenas de Virginia Madsen, como Fabrizzia ou como a esposa de Carrey, sendo muito forçadas visualmente. Um erotismo macabro com uma origem em branco, deixando um buraco de história no filme.
Apesar da história fraca (mas com um final surpreendente) e da direção miserável, o filme tem pontos bons, tais como Jim Carrey e Danny Houston.
Não é cansativo repetir novamente: Carrey capta a força e loucura do seu personagem de forma incrível. Se você tem a imagem de Carrey como o ator de comédia de O Mentiroso, Máscara ou até Ace Ventura, esse filme irá apagar essa imagem num estalo de dedos.
Houston interpreta um doutor, que tenta auxiliar Carrey, nas duas versões, mas falha em ambas. Mas Houston não falha em sua interpretação, mas também não capricha. O mesmo caso é o de Logan Lerman, o filho de Carrey no filme.
O filme poderia ser melhor, assim como O Show de Truman, de Carrey, ou Tempo de Matar de Schumacher foram ótimos.


The Number 23
2007 | EUA - 1h 38min
Suspense, Thriller

Dirigido por Joel Schumacher
Estrelado por Jim Carrey, Virginia Madsen, Danny Houston, Logan Lerman, entre outros.

Qualificação final:
07.6 de 10.0


Resenha escrita por
Will

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 4

Tá né, super atrasado mas tudo bem.
Capítulo 4 - O Treinamento
Charles acordou com uma dor latejante em suas pernas. Tomou um pouco de Néctar e foi de muleta até o refeitório onde sentou na mesa de seus companheiros de Chalé. Comeu silenciosamente, numa tentativa de tentando esconder a sua raiva por sua mãe. Obtivera sucesso até Quíron levantar-se e começar a falar:
– Bom dia, semideuses! - O forte bom dia de Quíron foi respondido da com uma força ainda maior, o que deixou o centauro satisfeito - bom, poucos de vocês tiveram a oportunidade de vê-lo, então, irei apresentá-lo - um calafrio correu pelo corpo de Charles, ele já havia antecipado o que ocorreria a seguir - Eu apresento a vocês, nosso novo campista: Charles Mcder! Levante-se Charles, e venha até aqui.
Charles fechou seus punhos, abaixando sua cabeça. Seu corpo estava domado pela vergonha. Ficou lá por algum tempo, até que uma mão tocou em seu ombro. Era um sátiro, ele trazia duas muletas em suas mãos.
Ótimo, eles acham que fiquei aqui por não poder andar.
Ele aceitou as muletas, e, com a cabeça baixa, foi andando lentamente até a elevação onde se encontrava Quíron, Senhor D. e Argos. Quando chegou lá, levantou levemente a cabeça, e viu centenas de olhos fixados nele. Todos esperaram que ele falasse algo, porém quando Quíron viu que ele não falaria nada, limpou a garganta e disse:
– Bom, eu o trouxe aqui para pedir desculpas em público por não haver nenhum sátiro por perto quando foi atacado pela Quimera - um murmúrio baixo começou a se espalhar - porém, quando percebemos o ataque, não tínhamos como ajudá-lo imediatamente, então, através de alguns espíritos da natureza enviamos uma espada de bronze celestial para ele. Ele resistiu bravamente contra o ataque da Quimera antes de nossas tropas chegarem para matá-la.
Um silêncio pairava sobre o refeitório. Charles observava cada rosto para ver suas reações. Conseguiu ver medo, admiração e raiva no rosto de alguns semideuses. Então, uma voz se ergueu no meio dos semideuses, vindo da mesa onde Charles estava sentado.
– Ele sobreviveu sozinho ao ataque de uma Quimera! Talvez o único aqui que poderia ter feito isso sem treinamento algum é o Andrew! - O olhar de todos se viraram para um garoto de mais ou menos treze anos, ele tinha cabelo negros cacheados, tinha um olhos escuros e penetrantes, usava uma camisa vermelha que delineava músculos muito proeminentes. Ele estava sentado na mesa do Chalé 5, o Chalé de Ares.
Andrew focava a mesa de madeira, sem nenhum interesse na conversa. Charles conseguiu perceber que ele era temido, forte. Ele estava frio, ignorando todos os olhares e recomeçou a comer sua comida em silêncio. Ele emanava poder, e ser comparado com alguém mais forte do que qualquer um no Acampamento fez a autoestima de Charles dar um pulo. Com um limpar de sua garganta, Connor continuou:
– Reconhecem isso? Então, ele não merece o silêncio de vocês.
Com um sorriso no rosto, Connor começou a unir as palmas de suas mãos. Os aplausos dele foi aumentando como uma onde de som que se espalha por um ambiente. Lentamente, cada campista se unia ao coro de baques que as batidas produziam, e após alguns minutos, todas as mãos se uniam produzindo sons direcionados a Charles. Charles ficou envergonhado, mas percebeu que vários semideuses batiam palmas forçadamente, com um sorriso falso no rosto.
Quíron acabou com os aplausos com um levantar de suas mãos, e depois disse: - Bom, esse ato me pegou de surpresa. Mas, como vocês devem saber, não recebemos novos campistas a quase nove meses. Eu realmente não entendo isso, nossas tropas estão menores, se uma guerra nascer rapidamente podemos ser dizimados, precisamos aumentar em muito nossa força de combate. Então, Charles deve ser treinado até o dia em que for reclamado, após esse dia ele treinará por ele próprio - ele olhou para Andrew por um instante -, Andrew! Você será o professor de esgrima de Charles. Vocês começaram depois que ele se recuperar - Andrew apenas fez que sim com a cabeça sem demonstrar nenhum contato visual. Com um gesto, Quíron pediu que Charles descesse e eles continuaram a refeição. Mas agora muitos campistas falavam sobre Charles através de sussurros. Charles teve tempo apenas para dar um sincero obrigado a Connor e saiu do refeitório.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

[T&S] Res. Literária | 50 Tons de Cinza

Há muito tempo eu ouvi vários rumores sobre 50 tons, mas não me interessei muito, para mim o livro era mais uma dessas febres que surgiam e logo cairiam no esquecimento, passaram alguns meses e os rumores, os comentários mais diversos possíveis só se intensificavam e eu instigada por saber o que me aguardava, que universo aquele livro me apresentaria fui buscar e eis o grande tema do livro: sexo. Mas não abordado como de prache vemos em tantas histórias em que o mocinho e a mocinha se apaixonam, namoram, transam e tudo mais, não mesmo. Tudo ao contrário, 50 tons de cinza vira essa fita clichê toda do avesso. Narrado em primeira pessoa o livro conta a história de Anastacia Steele, uma jovem mulher que não apresenta uma grande vida amorosa e nenhuma sexual. Não por falta de oportunidade, Ana como tantas outras garotas imagina que um cara certo vai chegar e wow, vai mudar a vida dela, ela vai se apaixonar e vai acontecer... E acontece, mas não dessa maneira. Christian Grey entra na vida dela como um furacão e vai derrubando tudo. Cavalheiro? Esqueça, Christian pode ser educado, mas seu tipo está bem longe disso. Romântico? Nem imagine ele assim, é perca de tempo. Nenhum adjetivo comum o define e acho o que chega mais perto de defini-lo são: desejável e atraente. O desejo que impulsiona o envolvimento dos dois para frente e atração continua que os mantém interessados um no outro. Tudo seria até normal – na medida do possível – se os fantasmas de Grey não começassem a aparecer e a partir daí, desse momento eu entendi o porque desse livro chocar e se tornar tão popular em tão pouco tempo, o livro trata sobre as fantasias mais ocultas que o ser humano pode ter na hora do sexo, e não falo de um chicotinho na mão, um tapinha, uma fantasia ou algo do tipo, falo de algo mais profundo, visto com muito preconceito por ai: sadomasoquismo. Nunca tinha lido um livro do gênero e confesso que me surpreendi. Apesar de a escrita da autora não ser muito boa ela se supera nas descrições e tudo acontece, apesar de ser um livro longe da perfeição 50 tons de cinza – e a trilogia como um todo – não deixam de manter uma posição que eu diria até de “realeza” entre os demais do gênero. É o tipo de livro que até quem não gosta acaba lendo pra saber como termina. A autora mesmo disse em nota “Não é nenhuma obra de arte”, mas funciona não? Uma espécia de livro chiclete e seu mérito não é pouco, afinal, não é qualquer livro que a partir do momento que você terminar de ler essa resenha já terá vendido mais de 40 exemplares pelo mundo.E apesar de ser uma fanfic de Twilight (muitos desconhecem esse fato) eu achei que os pontos certos foram aproveitados e os em que Meyer errou Erika James buscou aperfeiçoar em seus personagens. O livro me ganhou, não entrou para os meus favoritos, mas entrou para os especiais. O tipo de livro que eu recomendo para meus amigos íntimos (não quero que qualquer um pense que sou pervertida, ne?) não pelo gênero ou pelas cenas hot, mas porque a historia é realmente interessante a sua maneira. E é isso, keep calm e descubram os 50 tons e Christian Grey! Haha.



Resenha escrita por
Letícia

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

[T&S] Res. de Cinema | (500) Dias com Ela [(500) Days of Summer]

(500) Dias com Ela

Resenha Cinematográfica

Um filme com narrador, minitexto ao início e indicação de dias conforme vai contando a história. De princípio, parece um filme B infantil ridículo. Mas não é isso que "(500) Days of Summer" é. É um filme com baixo orçamento, independente com um diretor novato, mas que arrasa. O filme começa com um texto sobre um tela preta que diz:
NOTA DO AUTOR: A seguinte obra é de ficção. Qualquer semelhança com pessoas mortas ou vivas é puramente coincidência.
Especialmente você, Jenny Beckman.
Vadia.
Simples, mas atrativo com uma pitada moderada de comédia.
Essa frase define o filme e os personagens.
A obra retrata de uma história sobre o amor, mas não uma história de amor. O filme conta, como Tom Hansen (interpretado por Joseph Gordon-Lewitt) se apaixona e passa a lentamente odiar Summer Finn (encarnada por Zooey Deschannel) em 500 dias.
A dupla principal esbanja de uma química surpreendente, que lhe envolve no amor deles, fazendo você se sentir parte daquele relacionamento. Esse é um dos motivos do qual você ri deles ou com eles. Ou até mesmo chega a chorar. Gordon e Deschannel conhecidos por papéis televisivos de comédia (3rd Rock from the Sun e New Girl) embarcam na dramédia e comandam o filme de uma forma surpreendente, sabendo o tom de comédia necessário em uma cena para serem levados a sério.
Outro destaque é a jovem Chlöe Moretz que cresceu tanto que assusta. A atriz de Kick-Ass e Hugo mostra novamente que tem talento digno do trabalho com Tim Burton em Sombras da Noite.
O filme tem um elenco de apoio que se destaca nas suas pequenas, tal como Clark Gregg, o eterno Agente Coulson, de Homem de Ferro, Thor e Os Vingadores. Gregg é o chefe de Tom na empresa de cartões comemorativos. As falas do personagem são cômicas, remetendo a The New Adventures of the Old Christine, série com Gregg no elenco.
Resumindo: uma comédia-romântica que se salva da mesmice, com um ótimo elenco e um diretor em ascensão.
O diretor Marc Webb com esse filme, vai te deixar com um gostinho de quero mais.

(500) Days of Summer
2009 | EUA - 1h 35min

Dirigido por Marc Webb
Estrelado por Joseph Gordon Lewitt, Zooey Deschannel, Chlöe Moretz, Geoffrey Arend, Clark Gregg, entre outros.

Qualificação final:
08.8 de 10.0


Resenha escrita por
Will