Pânico
Resenha Cinematográfica
Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.
Scream não mudou a forma de gravação, não criou um diretor e muito menos um elenco. Ao contrário; foi um filme com um bom diretor de suspenses, um elenco relativamente conhecido, e jogou seguro. Talvez fora isso que o fez tão marcante.
No longa, um assassino surge na pequena cidade de Woodsbroo matando brutalmente dois jovens, fazendo Sidney (Neve Campbell) pensar se estas novas mortes tem uma conexão com a morte de sua mãe, que completa um ano. Sidney irá contar com Dewey e Gale (David Arquette e Courtney Cox) para fugir e se salvar deste serial killer que tem os filmes como inspiração e segue regras nada ortodoxas.
Com uma trama tão clichê, é surpreendente que o novato Kevin Wiliamson conseguiu ser original, mas chega a ser uma fácil tarefa quando você conta com Wes Craven, o cara que trouxe Freddy Krueger pela primeira vez na telona, na cadeira de diretor e um elenco que tem atores aclamados fazendo aparições e outros saindo da sua área de conforto.
Um slash que usou e abusou dos efeitos visuais da época fazendo um filme barato - com sangue de xarope de milho -, mas de muita qualidade.
Craven, com Williamson, renasceu o gênero, que jazia em seu túmulo, tendo os sustos e gritos somente na memória, relembrando os dias que já passaram. O terror estava em seus trapos mais rasgados, e esse filme, tendo os clássicos filmes de terror/horror como motivo para o assassino, em um jogo mortal de perguntas, trouxe o gênero de volta a vida e inspirou vária franquias e paródias.
Recheado de referências, o filme tem suas piadinha e alívios cômicos, mas que não estragam o filme e somente o deixam balançados.
O longa satiriza outros filmes do gênero e cria uma base muito interessante sobre quem pode e não pode morrer durante o desenrolar e deixa algo bem claro: todos são suspeitos.
E quanto a força que Sidney deve ter achado durante o clímax, deve ter sido adrenalina. Mas nada irá ser tão surpreendente quanto a revelação do vilão, que bota muitas mudanças de clímax no chinelo.
No longa, um assassino surge na pequena cidade de Woodsbroo matando brutalmente dois jovens, fazendo Sidney (Neve Campbell) pensar se estas novas mortes tem uma conexão com a morte de sua mãe, que completa um ano. Sidney irá contar com Dewey e Gale (David Arquette e Courtney Cox) para fugir e se salvar deste serial killer que tem os filmes como inspiração e segue regras nada ortodoxas.
Com uma trama tão clichê, é surpreendente que o novato Kevin Wiliamson conseguiu ser original, mas chega a ser uma fácil tarefa quando você conta com Wes Craven, o cara que trouxe Freddy Krueger pela primeira vez na telona, na cadeira de diretor e um elenco que tem atores aclamados fazendo aparições e outros saindo da sua área de conforto.
Um slash que usou e abusou dos efeitos visuais da época fazendo um filme barato - com sangue de xarope de milho -, mas de muita qualidade.
Craven, com Williamson, renasceu o gênero, que jazia em seu túmulo, tendo os sustos e gritos somente na memória, relembrando os dias que já passaram. O terror estava em seus trapos mais rasgados, e esse filme, tendo os clássicos filmes de terror/horror como motivo para o assassino, em um jogo mortal de perguntas, trouxe o gênero de volta a vida e inspirou vária franquias e paródias.
Recheado de referências, o filme tem suas piadinha e alívios cômicos, mas que não estragam o filme e somente o deixam balançados.
O longa satiriza outros filmes do gênero e cria uma base muito interessante sobre quem pode e não pode morrer durante o desenrolar e deixa algo bem claro: todos são suspeitos.
E quanto a força que Sidney deve ter achado durante o clímax, deve ter sido adrenalina. Mas nada irá ser tão surpreendente quanto a revelação do vilão, que bota muitas mudanças de clímax no chinelo.
