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quarta-feira, 13 de março de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Lanterna Verde (Green Lantern)

Lanterna Verde

Resenha Cinematográfica

Planos de um filme com o Lanterna Verde rolaram pela Warner desde 1998. Desde então, o personagem, diretor, escritor, orçamento e vontade da feição do filme mudou e variou, mas em 2009, se concretou o plano, e foi feito o desastre: Green Lantern.
Na simples trama de Lanterna Verde, Hal Jordan (Ryan Reynolds), um piloto de teste irresponsável, é escolhido por um anel alienígena para ser um vigilante do sector terráqueo e ele tem que enfrentar uma imparável ameaça, o Parallax.
Com o pior 3D convertido que este metido a crítico já viu, Martin Campbell prova que seus bons dias de James Bond já passaram e agora são só uma lembrança.
E o roteiro, cujos autores nem merecem ser mencionados, é um bolo clichê de super-herói, que ao contrário de Os Vingadores, não usa isso a seu favor, e cai na mesmice tão rápido que a sonolência é inevitável.
Quanto ao elenco, Mark Strong, Geoffrey Rush e Michael Clarke Duncan são os únicos que se salvam e capturam a essência do personagem, incorporando elementos do que os personagens iriam se tornar, se houvesse uma sequência.
E a atuação de Ryan Reynolds que está mais canastrão do que nunca, é comparável a de Blake Lively que está com a mesma personalidade de Gossip Girls, só mudando aa cor de cabelo.
Com um roteiro fraco, elenco quebrado e uma direção falha, Lanterna Verde mostra o que acontece com uma história se o vilão não é estabelecido e muito menos o herói.

Green Lantern
2011 | EUA - 114 min

Ação, Aventura, Super-Herói

Dirigido por Martin Campbell
Estrelado por Ryan Reynolds, Blake Lively.

Qualificação final:
05.6 de 10.0

Resenha escrita por
Will

sábado, 9 de março de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Os Vingadores (The Avengers)

Os Vingadores

Resenha Cinematográfica

Desde 2005, a Marvel vem traçando um plano para colocar seus heróis mais famosos em filmes. O plano foi posto em ação com Iron Man, de 2008, e culminou em fim, a Os Vingadores.
O filme trata, com cautela, da formação do grupo Os Vingadores, que é a junção de pessoas extraordinárias com poderes ou habilidade para lutar as batalhas que os humanos comuns não poderiam. O grupo tem que lidar com Loki (Tom Hiddleston) enquanto tentam se estabelecer.
Usando todo clichê no livro, paletas muito vivas e efeitos extraordinários, The Avengers quase cai na armadilha de Demolidor - O Homem Sem Medo, mas consegue se salvar, fazendo um filme que não abaixa sua guarda e só cresce, em qualidade e história.
Joss Whedon, o "rei" nerd dirige seu próprio roteiro, que como antes dito, sofre clichês de o grupo que não funciona, e daí funciona, e no final, tem uma grande batalha que é claro, ganha.
Um filme que trata de tecnologia, alienígenas e ciência com um roteiro que se salva e tem um ótimo alívio cômico.
Um monumento a nerdice, que não desce do salto e coloca um nerd no próprio filme, disfarçado de terno.
Sem dor, sangue, explosões e cenas inúteis na praia, Os Vingadores é um blockbuster de primavera que não fica obsoleto e deleitável assisti-lo.
Com 3D convertido, os efeitos aumentam e o sentimento de inclusão na cena é muito maior e mais completo.
Os Vingadores é um filme com seguimento cult que pode ser considerado eterno, que faz um complicado longa de super-heróis ser uma diversão familiar e para todas as idades.

The Avengers
2012 | EUA - 143 min
Ação, Aventura, Super-Herói

Dirigido por Joss Whedon
Estrelado por Robert Downey Jr., Chris Hensworth, Chris Evans, Scarlett Johansonn, Mark Rufallo, Jeremy Renner, Samuel L. Jackson.

Qualificação final:
09.6 de 10.0

Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico 4 (Scream 4)

Pânico 4

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Na tentativa de reviver a franquia, The Weintein Company voltou ao início e trouxe de volta Kevin Williamson e o nunca sumido Wes Craven para escrever e dirigir uma quarta parte da série Pânico. Mas falhou, na bilheteria.
Em Scream 4, passaram dez anos da última aparição de Ghostface e todos os sobreviventes vivem felizes. Gale (Courtney Cox), agora casada com o xerife Dewey (David Arquette) é uma escritora, assim como Sidney (Neve Campbell), que acaba de lançar um livro sobre sua vida. Quando vai para Woodsbroo para divulgar sua obra, Sidney presencia a ascensão de um novo assassino, usando, novamente, os filmes como pano de fundo.
Como tradição da franquia, o filme apresenta um extensa e novinha em folha lista de nomes (conhecidos ou não) para você duvidar deles, tentando adivinhar o assassino, dessa vez, mais amigável e psicótica do que os anteriores.
Cheio de um elenco teen, o longa tem diálogos acreditáveis para adolescentes modernos, preocupados com seus celulares e se vão ou não vão na casa do colega. É deliciosamente palpável o gosto retornante de suspense e sangue, no show de facas digitais que Craven dirige.
E o filme vai colocar sua mão na boca quando o mascarado se violenta ou esfaqueia uma vítima na cabeça e tal anda alguns bons metros antes de morrer.
Apresentando os efeitos de computação, Scream 4 também moderniza sua história, criando uma trama auxiliar em que o assassino grava seus assassinatos para criar um novo filme e usa um app do iPhone para ganhar a voz clássica do Ghostface.
Pânico 4 mostra que Craven e Williamson sabem se renovar e deixa bem claro porque The Vampire Diaries ou Dawson's Creek de Kevin, são de tanto sucesso.

Scream 4
2011 | EUA - 111 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.8 de 10.0

Resenha escrita por
Will

domingo, 17 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico 3 (Scream 3)

Pânico 3

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Enquanto tentava acabar Scream 2, Kevin Williamson, roteirista dos dois primeiros filmes, escreveu um ensaio, apresentando sua ideia para terminar a franquia Pânico, no filme 3. Sua ideia foi negada e Ehren Kruger foi contratado para escrever o fechamento da série.
Em Pânico 3, todos seguiram seus caminhos. Dewey (David Arquette), agora desempregado, vive em Woodsbro, enquanto Gale (Courtney Cox) é uma repórter-âncora de sucesso, deixando seus dias investigativos para trás. E Sidney (Neve Campbell), vive agora recluída da sociedade, em uma casa de campo. Ela trabalha num atendimento contra violência feminina e tudo parece bem, até que um novo Ghostface, mata o suposto assassino de sua mãe, Cotton Weary (Liev Schreiber) e sua namorada. Esse novo Ghostface irá invadir os pesadelos de Sidney e revolucionar sua vida, no presente, no futuro ou até mesmo do passado.
O longa é o único meta-filme da série, e pode ser garantido: é o pior da série. Usando de mortes mais falsas,, com o pretérito de enganar o espectador, Pânico 3 não tem um protagonista.
Devido ao seu contrato, Neve Campbell só podia ficar 20 dias no set, sendo que filmes tem mais de 90 dias de fotografia principal, deixando o seu personagem menos na tela. Sendo assim, um elenco de atores teens, interpretando atores, teve que contracenar com Cox e Arquette para substituir Campbell.
A falta de protagonista, não é um problema, afinal. É bom, e deixa todos os personagens com uma importância similar, impedindo as apostas de quem pode ser o assassino, tão inimaginável que pode ser um dos pontos altos do filme.
Seguindo as regras de um final de trilogia (Um assassino super-humano ["esfaquear não irá funcionar, armas não irão funcionar. Basicamente você tem que decapitar o vilão e congelar a cabeça."], qualquer um pode morrer e o passado irá voltar para te assombrar, afinal o passado não acabou e todos os seus pecados e segredos poderão vir a tona), Scream 3 joga seguro.
Sem nenhuma inovação, o filme é monótomo, e alguns pontos, cansativo.

Scream 3
2000 | EUA - 117 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
07.5 de 10.0

Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico 2 (Scream 2)

Pânico 2

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Por mais de brincar mais do que deveria com os perigos de fazer uma sequência, Wes Craven não desaponta e desenvolve sua sequência dignamente, novamente contando com Kevin Williamson no roteiro.
E Craven teve muito trabalho, fazendo de sua sequência, um filme quase tão digno que o original.
No longa que sucede o blockbuster Pânico, Sidney (Neve Campbell) agora na faculdade, tenta recomeçar sua vida e esquecer seu passado, mas o acaso não permite quando um novo assassino, inspirado no original de Woodsbroo, surge na nova vida de Sidney. E para sobreviver a nova carnificina, ela novamente irá contar com Gale Weathers (Courtney Cox), agora um repórter sucedida, Dwight Riley (David Arquette), também sucedido como policial.
Com medo da história cair na mesmice, o roteirista fez da mesmice a história, transformando os eventos do primeiro filme em uma espécie de fórmula macabramente genial.
E em meio aos gritos é que Campbell prova que não é uma estrela teen qualquer e mantém o seu nível de atuação por todo o filme. Mesma situação de Courtney Cox, que destrói sua imagem de amigável vizinha da sitcom "Friends" e retorna no papel de Gale, mais vadia e determinada do que nunca.
Com muito mais sangue, dor e efeitos, Scream 2 não é uma trama forçada. Corre naturalmente e a revelação do assassino, durante o clímax final, é como uma real "esfaqueada" nas costas, de tão surpreendente. E como Randy (Jamie Kennedy) disse: "The past will always come back to byte you in the ass" (O passado sempre irá retornar para te assombrar), são os assassinos: uma completa reflexão dos acontecimentos do filme original, mas a sequência consegue ser indepedente, e tem suas própria lacunas, não precisando do primeiro filme como base.
Por mais que Craven e Williamson não se superem, eles fazem um bom trabalho mantendo o nível, e brincando sobre decair na sequência.

Scream 2
1997 | EUA - 120 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.2 de 10.0

Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | Pânico (Scream)

Pânico

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.

Scream não mudou a forma de gravação, não criou um diretor e muito menos um elenco. Ao contrário; foi um filme com um bom diretor de suspenses, um elenco relativamente conhecido, e jogou seguro. Talvez fora isso que o fez tão marcante.
No longa, um assassino surge na pequena cidade de Woodsbroo matando brutalmente dois jovens, fazendo Sidney (Neve Campbell) pensar se estas novas mortes tem uma conexão com a morte de sua mãe, que completa um ano. Sidney irá contar com Dewey e Gale (David Arquette e Courtney Cox) para fugir e se salvar deste serial killer que tem os filmes como inspiração e segue regras nada ortodoxas.
Com uma trama tão clichê, é surpreendente que o novato Kevin Wiliamson conseguiu ser original, mas chega a ser uma fácil tarefa quando você conta com Wes Craven, o cara que trouxe Freddy Krueger pela primeira vez na telona, na cadeira de diretor e um elenco que tem atores aclamados fazendo aparições e outros saindo da sua área de conforto.
Um slash que usou e abusou dos efeitos visuais da época fazendo um filme barato - com sangue de xarope de milho -, mas de muita qualidade.
Craven, com Williamson, renasceu o gênero, que jazia em seu túmulo, tendo os sustos e gritos somente na memória, relembrando os dias que já passaram. O terror estava em seus trapos mais rasgados, e esse filme, tendo os clássicos filmes de terror/horror como motivo para o assassino, em um jogo mortal de perguntas, trouxe o gênero de volta a vida e inspirou vária franquias e paródias.
Recheado de referências, o filme tem suas piadinha e alívios cômicos, mas que não estragam o filme e somente o deixam balançados.
O longa satiriza outros filmes do gênero e cria uma base muito interessante sobre quem pode e não pode morrer durante o desenrolar e deixa algo bem claro: todos são suspeitos.
E quanto a força que Sidney deve ter achado durante o clímax, deve ter sido adrenalina. Mas nada irá ser tão surpreendente quanto a revelação do vilão, que bota muitas mudanças de clímax no chinelo.

Scream
1996 | EUA - 111 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.7 de 10.0

Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | The Breakfast Club (O Clube dos Cincos)

O Clube dos Cinco

Resenha Cinematográfica

Este clássico é um filme perfeito, que desenha seu caminho até o final de forma tão discreta, que é apavorante. Com uma história e um texto perfeitamente polido, The Breakfast Club conta a história de 5 jovens, que por conta de seus atos errados durantes a semana, são forçados a passar um sábado na detenção escolar, sobre os olhos do professor Richard Vernon (Paul Gleason), que por sua vez, vos encarrega de escrever uma redação sobre o que fizeram para estarem presentes na detenção e como se arrependem disso. Mas John Bender (Judd Nelson), o badboy, leva Claire (Molly Ringwald), Brian (Anthony Michael Hall), Andrew (Emilio Estevez) e Allison (Ally Sheedy) ao literal extâse e lentamente transforma-os em amigos.
Com uma trilha sonora tão clássica como o longa, The Breakfast Club é o mais sucedido filme do reio dos filmes adolescentes, John Hughes. Hughes escreveu o roteiro e dirigiu o mesmo, e não haveria alguém mais certo para isto.
O filme junto com o personagem de Nelson, vai te deixar inconfortável, mas vai te incorporar naquele grupo de pessoas opostas, porém no fundo, passando pela mesma coisa: a euforia da adolescência.
Enquanto se tornam amigos, os esterótipos ditados desde a fala inicial se dissolvem e torna o filme eterno, mostrando que a juventude dos anos 80 não é de grande diferença da atual: uma juventude rotulada, com basicamente, os mesmos problemas.
Para os que como eu, ama os velhos tempos, este filme é cápsula do tempo, que vai lhe dar arrepios na cena final. Quando John Bender sente aquela necessidade de erguer o punho ao ar, porque ele sabe que conquistou-a.
Mas para os não-oitentistas, que fique claro, você não está salvo dos arrepios, pois este é um filme emocionante, para qualquer um que já teve acne ou espinhas.
O filme só não ganhou a nota máxima por deixar o grupo pairando no ar. Será que eles ficaram amigos na segunda seguinte? Ou será que não? Esta é uma pergunta que somente o falecido Sr. Hughes poderia responder, sendo assim, uma pergunta eterna.

The Breakfast Club
1985 | EUA - 97 min
Dramédia, Juvenil

Dirigido por John Hughes
Estrelado por Emilio Estevez, Judd Nelson, Molly Ringwald, etc.

Qualificação final:
09.9 de 10.0


Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | House at the End of the Street (A Última Casa da Rua)

A Última Casa da Rua

Resenha Cinematográfica

Na trama de House at the End of the Street, Elissa (Jennifer Lawrence, de Jogos Vorazes) volta a morar com sua mãe (Elizabeth Sue, de Piranha 3D) mas as duas se mudam para uma casa desvalorizada por conta de um assassinato duplo na casa à frente, que foi creditado a Carrie Anne, irmã de Ryan (Max Theriot de Sétima Alma) que não estava presente durante o acontecido na família.
A trama é interessante, os atores são bons em outros trabalhos - sendo Lawrence nomeada ao Óscar, Theriot tendo trabalhado com o mestre do suspense, Wes Craven, e Sue sendo o único destaque do estranhamente erótico blockbuster 3D de qualidade duvidosa, Piranha 3D - mas o filme não é lá grandes coisas.
Vale ressaltar que Jennifer aceitou o trabalho em 2010, antes de ser escolhida como Katniss ou principalmente: antes de ter caído nas graças do público e da crítica por Inverno da Alma, o que leva a impressão da estrela ter aceitado esse filme por pura oportunidade, por falta de opções ou, que Hitchcock me perdoe, por cachê.
O filme, como já disse, tem uma premissa perfeita, mas tem o desenvolvimento mais ridículo e previsível de todos os longas de suspense. Os atores dão um show, até os secundários (Nolan Gerard Funk, por exemplo), mas o problema do filme está também na parte técnica: em todas as cenas de ação, Lawrence tem seu busto enquadrado, e o modelo do frame continua, até a cena mudar. E o final de Ryan, é um pouco estranho e sua sobrevivência é um tanto duvidosa...
Max Theriot, retrata bem a vítima/vilão, e consegue te enganar e iludir nas cena de romance com Jennifer, que continua a ter seu brilho inesquecível.
Uma coisa que achei interessante e que vale a pena comentar: o filme foi gravado com câmeras Techiniscope velhas, para ter um efeito granulado, referente a filmes de suspense antigos, mas o formato também é mais barato de guardar e processar.

House at the End of the Street
2012 | EUA - 102 min
Romance, Suspense, Terror

Dirigido por Max Tonderai
Estrelado por Jennifer Lawrence, Max Theriot, Elizabeth Sue, entre outros.

Qualificação final:
06.3 de 10.0


Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | 2012 (2012)

2012

Resenha Cinematográfica

Muitos devem vangloriar este filme... mas eu não vou destruí-lo... vou aqui falar a minha opinião.

O longa catastrófico escrito e dirigido por Roland Emmerich, não é nada criativo, relata o fim do mundo. Uma premissa e sinopse oficial mais usada que pano-de-chão, rebatida e miseravelmente compartilhada entre uma grande variedade de estúdios e produtoras.
Mas a diferença desse filme, é a parte científica e técnica do roteiro de Emmerich, que explica o apocalipse com uma variedade impressionante de termos e teorias - algumas loucas ou explicadas e introduzida loucamente.
A trama do filme é sobre o escritor Jackson Curtis (John Cusack) de um livro apocalíptico, mas que vendeu poucas cópias, uma delas foi para o cientista Adrian Helmsey (Chiwetel Ejiofor) que acaba de descobrir que a Terra está com os dias contados. Após conhecer o lunático Charlie Frost (Woody Harrelson) que acredita na profecia maia e perceber que o apocalipse está inciando, decide ir junto com sua ex-mulher e seus filhos, onde arcas para a salvação dos líderes das potências e dos mais ricos, estão sendo construídas.
O filme, como previsível, é recheado de efeitos especiais, diálogos - sendo a maioria deles fracos e sem sentidos, com afirmações falsas (veja aqui erros em inglês) e cenas de ação muito boas (o fim do clímax, por exemplo) com uns personagens complexos, porém outro lamentáveis.
O filme contém vários nomes de peso, tais como John Cusack, Danny Glover, Woody Harrelson, Oliver Platt, Amanda Peet, e o único nome que deixou a desejar no filme, é o de Cusack, o resto está ótimo.
Porém em atuação negativa está um cientista amigo de Adrian (Jimi Mistry) que desenvolve seu personagem muito ingenuamente.

2012
2009 | EUA - 158 min
Romance, Aventura, Ação, Catástrofe, Ficção Científica

Dirigido por Roland Emmerich
Estrelado por John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover, Oliver Platt, entre outros.

Qualificação final:
05.5 de 10.0

Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

[T&S] Res. de Cinema | As Vantagens de Ser Invísivel (The Perks of Being a Wallflower

As Vantagens de Ser Invísivel

Resenha Cinematográfica

The Perks of Being a Wallflower dói. Dói porque ele retrata a solidão, a ansiedade e a total bagunça fremente da adolescência que não é vista com frequência [...]
- San Francisco Chronicle 
E essa frase é uma ótima sentença para se começar uma resenha de um dos filmes mais impecáveis que o mundo já viu.
As Vantagens de ser Invisível conta a história de Charlie (Logan Lerman) que tem uma dificuldade em arranjar amigos após o suicídio de seu melhor amigo. Então, ele conhece Sam (Emma Watson) e Patrick (Ezra Miller), irmãos inseparáveis, e apresentam Charlie a um novo mundo.
Com uma trinca de atores já conhecidos de Percy Jackson, Harry Potter e Precisamos falar sobre Kevin, o filme é, nas palavras do próprio diretor e roteirista, à prova de balas. Mas o filme é muito mais que isso.
O longa, é uma genialidade em si. Com uma história incrível, uma adaptação literária maravilhosa e atores melhor ainda, o filme, que se passa em 1992, é recheado de citações e referências.
Destaque para Logan Lerman no seu melhor trabalho dramático, sabendo canalizar Charlie e todos os seus sentimentos (inclusive quando ele está drogado) e para Emma Watson, mais uma vez provando sua capacidade fora de Hermione.
Mas Miller, a pitada cômica do longa também merece destaque.
Kate Walsh e Dylan McDermott são os pais de Lerman no filme e são dois atores muito bons mas estão muito apagados no filme.
Esse filme tem uma continuidade realmente criativa e uma trilha sonora imprescindível.
Um longa muito bom, porém foi muito mal distribuído no país.
E aos que não gostarem do filme ou da adaptação, que com todo o respeito, façam o favor de ir comer amoras.

The Perks of Being a Wallflower
2012 | EUA - 102 min
Romance, Aventura, Juvenil

Dirigido por Stephen Chbosky
Estrelado por Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller, Nina Dobrev, Kate Walsh, Dylan McDermott, Paul Rudd, entre outros.

Qualificação final:
09.5 de 10.0


Resenha escrita por
Will

[T&S] Res. de Cinema | Number 23 (O Número 23)

Número 23

Resenha Cinematográfica

Um filme louco. Louco que pode te deixar louco.
Com umas tomadas paranoicas e psicodélicas, uma edição impecável, Número 23 prova que Jim Carrey, o papel-título, não é só um mestre da comédia, mas um ator fantástico.
O filme conta sobre um homem (Jim Carrey) que fica obcecado pelo simplório número 23, durante a leitura de um livro, que ganhou de sua esposa (Virginia Madsen). O personagem de Carrey dá adeus a sanidade quando o livro termina com um capítulo faltando, e decide ir atrás do autor, não sabendo que ele está mais perto do que se imagina.
A premissa é realmente atrativa, mas não se engane. O filme é dirigido pelo cineasta Joel Schumacher, conhecido por estragar a franquia Batman de Tim Burton Batman Eternamente e Batman e Robin e roteirizado pelo novato Fernley Phillips.
O filme jaz com muitas brincadeiras internas e truques de câmera. A história traz uma obsessão que no começo é muito gostosa de se acompanhar e até te leva um pouco na loucura, mas no meio do longa, o estado insano do personagem reduz qualquer palavra ou número ao seu redor, a um mero 23.
A direção é frágil, com algumas cenas de Virginia Madsen, como Fabrizzia ou como a esposa de Carrey, sendo muito forçadas visualmente. Um erotismo macabro com uma origem em branco, deixando um buraco de história no filme.
Apesar da história fraca (mas com um final surpreendente) e da direção miserável, o filme tem pontos bons, tais como Jim Carrey e Danny Houston.
Não é cansativo repetir novamente: Carrey capta a força e loucura do seu personagem de forma incrível. Se você tem a imagem de Carrey como o ator de comédia de O Mentiroso, Máscara ou até Ace Ventura, esse filme irá apagar essa imagem num estalo de dedos.
Houston interpreta um doutor, que tenta auxiliar Carrey, nas duas versões, mas falha em ambas. Mas Houston não falha em sua interpretação, mas também não capricha. O mesmo caso é o de Logan Lerman, o filho de Carrey no filme.
O filme poderia ser melhor, assim como O Show de Truman, de Carrey, ou Tempo de Matar de Schumacher foram ótimos.


The Number 23
2007 | EUA - 1h 38min
Suspense, Thriller

Dirigido por Joel Schumacher
Estrelado por Jim Carrey, Virginia Madsen, Danny Houston, Logan Lerman, entre outros.

Qualificação final:
07.6 de 10.0


Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

[T&S] Res. de Cinema | (500) Dias com Ela [(500) Days of Summer]

(500) Dias com Ela

Resenha Cinematográfica

Um filme com narrador, minitexto ao início e indicação de dias conforme vai contando a história. De princípio, parece um filme B infantil ridículo. Mas não é isso que "(500) Days of Summer" é. É um filme com baixo orçamento, independente com um diretor novato, mas que arrasa. O filme começa com um texto sobre um tela preta que diz:
NOTA DO AUTOR: A seguinte obra é de ficção. Qualquer semelhança com pessoas mortas ou vivas é puramente coincidência.
Especialmente você, Jenny Beckman.
Vadia.
Simples, mas atrativo com uma pitada moderada de comédia.
Essa frase define o filme e os personagens.
A obra retrata de uma história sobre o amor, mas não uma história de amor. O filme conta, como Tom Hansen (interpretado por Joseph Gordon-Lewitt) se apaixona e passa a lentamente odiar Summer Finn (encarnada por Zooey Deschannel) em 500 dias.
A dupla principal esbanja de uma química surpreendente, que lhe envolve no amor deles, fazendo você se sentir parte daquele relacionamento. Esse é um dos motivos do qual você ri deles ou com eles. Ou até mesmo chega a chorar. Gordon e Deschannel conhecidos por papéis televisivos de comédia (3rd Rock from the Sun e New Girl) embarcam na dramédia e comandam o filme de uma forma surpreendente, sabendo o tom de comédia necessário em uma cena para serem levados a sério.
Outro destaque é a jovem Chlöe Moretz que cresceu tanto que assusta. A atriz de Kick-Ass e Hugo mostra novamente que tem talento digno do trabalho com Tim Burton em Sombras da Noite.
O filme tem um elenco de apoio que se destaca nas suas pequenas, tal como Clark Gregg, o eterno Agente Coulson, de Homem de Ferro, Thor e Os Vingadores. Gregg é o chefe de Tom na empresa de cartões comemorativos. As falas do personagem são cômicas, remetendo a The New Adventures of the Old Christine, série com Gregg no elenco.
Resumindo: uma comédia-romântica que se salva da mesmice, com um ótimo elenco e um diretor em ascensão.
O diretor Marc Webb com esse filme, vai te deixar com um gostinho de quero mais.

(500) Days of Summer
2009 | EUA - 1h 35min

Dirigido por Marc Webb
Estrelado por Joseph Gordon Lewitt, Zooey Deschannel, Chlöe Moretz, Geoffrey Arend, Clark Gregg, entre outros.

Qualificação final:
08.8 de 10.0


Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

[T&S] Res. de Cinema | A Escolha Perfeita (Pitch Perfect)

A Escolha Perfeita

Resenha Cinematográfica

Sabe aqueles filmes horríveis e lamentáveis com atores desconhecidos e o nome de um ator famoso no pôster, que é um personagem pequeno, mas serve para o marketing?
Então, Pitch Pefect é um filme que segura um nome forte de produtora e atriz ao mesmo tempo. O nome é de Elizabeth Banks, a Effie de Jogos Vorazes. Mas o filme não é lamentável.
Banks, ao lado de John Michael Higgins, interpreta a locutora de competições de grupos acapella. E durante o filme, ela aparece umas 5 vezes, fazendo comédia, tão naturalmente, que apaga a memória dela morena, na trilogia Spiderman ou ela com as perucas extravagantes de Effie Trinket.
A personagem interminavelmente tira sarro do grupo "Bella", cuja cantora principal vomitou no palco da competição, o que dificulta as inscrições para o grupo. Seguindo a história, Aubrey (Anna Camp), a diretora solista do grupo, corre atrás de um grupo de desajeitados para integrar o grupo. Esse grupo inclui Chloe (Brittany Snow), Amy Gorda (Rebel Wilson) e Beca (Anna Kendrick), que não aguenta mais as músicas velhas e repetitivas que o grupo canta e quer renová-lo, porém falha em tal ação.
Kendrick, a protagonista, não é um surpresa. Não decepcionante, mas não agradável também. Ela interpreta a personagem tão calmamente, parecendo que ignora o que acontece ao seu redor. Já Camp, Snow e Wilson, surpreendem, fazendo você rir delas ou torcer por elas nos mais variados momentos dos filmes.
O filme, obviamente, tem mais elenco e sendo assim, mais surpresas. Adam LeVine sabe te fazer rir, mas sendo o vilão neutro da história, não consegue te envolver do jeito certo. Skylar Astin é o apaixonado renegado, que te convence e canta bem durante o filme.
Mas uma surpresa ótima, é rever Christopher Mintz-Plasse, de Kick-Ass tem duas cenas no filme, sendo aquele colega "mala".
Se você esquecer dos precedentes fracassados do ramo musical no cinema, o filme é incrível. Uma comédia level, de nível mediano que pode te surpreender. Então, deixe-se surpreender, sente-se e assista a uma comédia recheada de músicas atuais.

Pitch Perfect
2012, EUA - 112 min.
Comédia | Musical | Aventura

Dirigido por Jason Moore
Estrelado por Anna Kendrick, Brittany Snow, Christopher Mintz-Plasse, Elizabeth Banks, Freddie Stroma, Adam DeVine, Alexis Knapp, Anna Camp, John Michael Higgins..

Qualificação Final:
08.0 de 10.0
Resenha escrita por
Will

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

[T&S] Res. de Cinema | Eu Sou o Número Quatro

Eu queria iniciar minha parte no blog sem nenhum resquício de negativismo, mas me vejo impossibilitado de isso acontecer.
...
Antes de começar, devo-lhe avisar: o filme resenhado é uma adaptação literária homônima. O autor desta resenha não teve o prazer de ler tal livro, porém pretende realizar tal ação.
Sendo assim: A CRÍTICA A SEGUIR É DO FILME E NÃO DO LIVRO.
...

Eu Sou o Número Quatro

Crítica cinematográfica

A década passada e a atual foram recheadas de franquias adaptadas de livros. Algumas funcionaram monetariamente e criticamente e outras falharam em roteiro, elenco. Algumas até miseravelmente. Eu Sou o Número Quatro é mais uma dessas franquias, porém fica no meio termo. Não é excelente, muito menos horrível.
Estrelado por Alex Pettyfer, Dianna Agron, Jake Abel e Teresa Palmer, o longa conta a história de um planeta, chamado Lorien ter sido invadido por Morgadorianos. O povo desse planeta, seleciona 9 crianças especiais com 9 guerreiros e os manda para a Terra. Tais crianças possuem poderes, dos quais não tem conhecimento, muito menos treinamento. Cada guerreiro é designado para proteger cada criança, pois os Morgadorianos estão caçando as crianças escolhidas, pois elas são as únicas capazes de lhes derrotar.
Com uma sinopse boa e um desenvolvimento ótimo, o filme no seu geral, é bom. Porém há algumas falhas, como Pettyfer não ter uma expressão facial convincente durante os primeiros 30 minutos do filme. Mas quando John, o personagem de Alex Pettyfer começa a se envolver com Sarah, personagem de Agron, o protagonista fica mais real, mais humano, inclusive.
Outro problema que depois se torna qualidade é a trilha sonora. Com uma trilha instrumental no início, o filme ganha uma trilha diversa que vai até Adele.
A personagem Número Seis, chega ao som de Adele em estilo explosivo. Teresa Palmer, sua intérprete, consegue convencer como uma mercenária fria, que é a mensagem dada por ela.
Kevin Durand é o vilão, o chefe dos Morgadorianos. Ele tem uma face diferente, por conta de sua origem alienígena. Ele consegue ser o vilão através da maquiagem, sem problema nenhum.
Abaixo meu chapéu para Dianna Agron, uma atriz que consegue ser meiga na telona, esquecendo seu papel na telinha, onde ela é a líder-de-torcida vadia, modelo que todos odeiam (sim, é você Glee).
Outro ator que consegue se destacar é Jake Abel, que interpreta um bully se fingindo de amigo. Ele interpreta um quarterback (zagueiro) de futebol americano que implica com John, por causa de Sarah, qual ele costumava namorar.
Com uma direção desconhecida, porém plausível de pé, o filme tem efeitos especiais ótimos e muitas explosões (é o esperado do produtor, Michael Bay) e lutas, porém é um filme para adolescentes muito bem feito, que você pode acabar esquecendo que é um filme teen.
O filme tem potencial para continuações, porém esse filme não se foca nas histórias futuras e sim na história sendo contada, o que causa um filme centrado e uma introdução muito boa.

I Am Number Four - Eu Sou o Número QuatroI Am Number Four
2011, EUA - 109-110 min.
Ação | Aventura | Romance | Ficção Cientifica

Dirigido por D.J. Caruso
Estrelado por Alex Pettyfer, Dianna Agorn, Jake Abel, Teresa Palmer, Callan McAuliffe, Kevin Durand.

Qualificação Final:
07.5 de 10.0

Resenha escrita por
Will

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

[T&S] Anúncio: Fanmade Semanal

Olá.
Venho hoje vos deixar a par de uns dos muitos projetos que estão em planejamento e/ou execução na Tributos e Semideuses. Esse projeto é o Fanmade Semanal!
O projeto, envolve um tipo de entretenimento alheio da obra original de Jogos Vorazes e Percy Jackson. Essa diversão seria dar a vocês sugestões de fanfictions, livros e filmes.
Botando isso em prática, ficará assim:

  • Segunda-feira com fics (as fics serão inéditas, escritas pela nossa equipe)
  • Quarta-feira com resenhas cinematográficas (filmes diversos, resenhados pelo "Will")
  • Sexta-feira com resenhas literárias (livros diversos, resenhados pela "Letícia")
O objetivo é incorporar uma parte nova e diferente para os fãs. Porque nós não somos apenas tributos e semideuses, muitos de nós são potterheads, shadowhunters e outros.
O projeto se inicia hoje a noite e o plano é que continue acontecendo. A programação dessa semana, a única a ser anunciada, é a seguinte:
  • Segunda-feira - Fic a ser postada: A Destruição do Olimpo - Parte 1, escrita por "Gabriel".
  • Quarta-feira - Resenha de cinema a ser postada: Eu Sou o Número Quatro, escrita por "Will".
  • Sexta-feira - Resenha de livro a ser postada: A Culpa é das Estrelas, escrita por "Letícia".
Então, aguardem lá pelas 20:00 de hoje á noite, a fic será postada aqui, e divulgada na page.
Comentem, dizendo sua opinião, se gostaram da fic/resenha ou não. Mas sejam respeitosos, por enquanto a função "anônimo" dos comentários está ligada, mas se você não prestarem ao respeito, será desligada.
Aguardem! E como eu falei nesse post, aguardem os outros projetos nossos!

Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor!