sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

[T&S] Res. Literária| Anna e o Beijo Francês


ANNA E O BEIJO FRANCÊS 

SINOPSE: Anna está ansiosa para começar seu último ano escolar em Atlanta, onde ela tem um ótimo trabalho, uma melhor amiga leal, e uma quedinha à beira de se tornar algo mais. É por isso que ela está menos do que excitada em ser enviada para um colégio interno em Paris — até que ela encontra Étienne St. Clair: perfeito, parisiense (e inglês, e americano, com um sotaque digno de desmaio) e completamente irresistível. O único problema é que ele não está livre, e Anna pode não estar também, se alguma coisa acontecer na sua quase-relação onde ela mora. Quando o inverno derreter na primavera, será que um ano quase romântico acabará com o esperado beijo francês que Anna — e os leitores — tem aguardado?

Vai um chick-litt aí? Haha. Suspiros. Não vejo outra maneira de começar essa resenha, falar de um livro tão doce, tão leve e ao mesmo tempo tão bom como Anna e o beijo francês é assim, é só o que nos causa, suspiros, suspiros e mais suspiros! O livro todo, haha.  Pode parecer bobo e pouca coisa, o título parece sugestivo ao enredo, mas não se deixe enganar. A história é bem mais que isso.

Anna Oliphant é uma estudante comum que ao contrário de todas as adolescentes que sonham em ir para fora só quer uma vida estável – ou o mais perto disso – e conseguir viver sua vida da maneira mais tranqüila. Mesmo frustrada por essa viajem ser mais um capricho de seu pai do que uma vontade sua ela segue rumo a Paris, a Cidade das Luzes.

Não poderia ser pior: sozinha, em Paris, sem falar francês, extremamente chateada com a situação e em um internato por um ano inteiro. Tudo vai de mal a pior até que Anna conhece Meredith e assim faz novos e bons amigos, um em especial: St. Clair ou Étienne. O típico parisiense boa pinta e hospitaleiro a qual Anna tenta ao máximo evitar, afinal, ele e sua namorada podem estar com problemas, mas não era de seu feitio agir assim.

A história é meiga e bastante leve, prende o leitor ver como o amor pode surgir das maneiras mais simples e nos momentos mais inesperados, sem monstros, coisas sobrenaturais, ou catástrofes. Amor adolescente e sincero, com empecilhos reais, comuns, que podem estar acontecendo agora mesmo enquanto você lê essa resenha. Pode até parecer clichê para muitos, mas estamos na época em que o clichê se tornou novidade diante de tantas peculiaridades que lemos por aí.

Stephanie Perkins se consagra mais uma vez como uma das melhores escritoras do gênero (amo a Simone Elkeles, sorry) nos contando uma história que nos rouba sorrisos, risos, sustos, pesares e se a pessoa for como eu até algumas lágrimas. Nota 1000 para esse livro.


Resenha escrita por
Letícia