Pânico 3
Resenha Cinematográfica
Esse mês terá a completa franquia "Scream" resenhada.
Enquanto tentava acabar Scream 2, Kevin Williamson, roteirista dos dois primeiros filmes, escreveu um ensaio, apresentando sua ideia para terminar a franquia Pânico, no filme 3. Sua ideia foi negada e Ehren Kruger foi contratado para escrever o fechamento da série.
Em Pânico 3, todos seguiram seus caminhos. Dewey (David Arquette), agora desempregado, vive em Woodsbro, enquanto Gale (Courtney Cox) é uma repórter-âncora de sucesso, deixando seus dias investigativos para trás. E Sidney (Neve Campbell), vive agora recluída da sociedade, em uma casa de campo. Ela trabalha num atendimento contra violência feminina e tudo parece bem, até que um novo Ghostface, mata o suposto assassino de sua mãe, Cotton Weary (Liev Schreiber) e sua namorada. Esse novo Ghostface irá invadir os pesadelos de Sidney e revolucionar sua vida, no presente, no futuro ou até mesmo do passado.
O longa é o único meta-filme da série, e pode ser garantido: é o pior da série. Usando de mortes mais falsas,, com o pretérito de enganar o espectador, Pânico 3 não tem um protagonista.
Devido ao seu contrato, Neve Campbell só podia ficar 20 dias no set, sendo que filmes tem mais de 90 dias de fotografia principal, deixando o seu personagem menos na tela. Sendo assim, um elenco de atores teens, interpretando atores, teve que contracenar com Cox e Arquette para substituir Campbell.
A falta de protagonista, não é um problema, afinal. É bom, e deixa todos os personagens com uma importância similar, impedindo as apostas de quem pode ser o assassino, tão inimaginável que pode ser um dos pontos altos do filme.
Seguindo as regras de um final de trilogia (Um assassino super-humano ["esfaquear não irá funcionar, armas não irão funcionar. Basicamente você tem que decapitar o vilão e congelar a cabeça."], qualquer um pode morrer e o passado irá voltar para te assombrar, afinal o passado não acabou e todos os seus pecados e segredos poderão vir a tona), Scream 3 joga seguro.
Sem nenhuma inovação, o filme é monótomo, e alguns pontos, cansativo.
Em Pânico 3, todos seguiram seus caminhos. Dewey (David Arquette), agora desempregado, vive em Woodsbro, enquanto Gale (Courtney Cox) é uma repórter-âncora de sucesso, deixando seus dias investigativos para trás. E Sidney (Neve Campbell), vive agora recluída da sociedade, em uma casa de campo. Ela trabalha num atendimento contra violência feminina e tudo parece bem, até que um novo Ghostface, mata o suposto assassino de sua mãe, Cotton Weary (Liev Schreiber) e sua namorada. Esse novo Ghostface irá invadir os pesadelos de Sidney e revolucionar sua vida, no presente, no futuro ou até mesmo do passado.
O longa é o único meta-filme da série, e pode ser garantido: é o pior da série. Usando de mortes mais falsas,, com o pretérito de enganar o espectador, Pânico 3 não tem um protagonista.
Devido ao seu contrato, Neve Campbell só podia ficar 20 dias no set, sendo que filmes tem mais de 90 dias de fotografia principal, deixando o seu personagem menos na tela. Sendo assim, um elenco de atores teens, interpretando atores, teve que contracenar com Cox e Arquette para substituir Campbell.
A falta de protagonista, não é um problema, afinal. É bom, e deixa todos os personagens com uma importância similar, impedindo as apostas de quem pode ser o assassino, tão inimaginável que pode ser um dos pontos altos do filme.
Seguindo as regras de um final de trilogia (Um assassino super-humano ["esfaquear não irá funcionar, armas não irão funcionar. Basicamente você tem que decapitar o vilão e congelar a cabeça."], qualquer um pode morrer e o passado irá voltar para te assombrar, afinal o passado não acabou e todos os seus pecados e segredos poderão vir a tona), Scream 3 joga seguro.
Sem nenhuma inovação, o filme é monótomo, e alguns pontos, cansativo.
