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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

[T&S] Fanfic do Dia: Os Livros Sibilinos

Aqui voltamos com as divulgações de fanfic. Além de postarmos um capítulo, ela entra na lista de fanfic do Tributos e Semideuses.

Os Livros Sibilinos é um fanfic da categoria Percy Jackson escrita pelo Lucas Silva, um dos administradores do Tributos e Semideuses.

Sinopse: John Adam tem sangue da Antiguidade na sua família e guarda um segredo: está ali naquele local em uma missão.
Henry Cleese não tem confiança em si mesmo e seu maior medo é falhar com os amigos
Alex Heights nasceu na Califórnia, um lugar perigoso para semideuses gregos e seu passado é meio conturbado.
Todos eles se encontram em um local e partem em busca de um tesouro que todos acreditavam estar perdido desde a Roma Antiga.



Então, aqui vai o capítulo:

Capítulo 1

John acordara em um monte de folhas secas, próximo de um a fogueira. Sua cabeça doía e só lembrava de ter lutado com um cachorro gigante negro e tê-lo feito em pó dourado. Outro detalhe que ele tinha lembrado era sobre seu feitiço de proteção. 
N'dah, ele pensou. Caso ele não tivesse feito aquilo, muito provavelmente amanheceria fatiado.
Que horas são? pensou John. Muito provavelmente eram 6 da manhã. O sol já estava aparecendo e a lua ainda era visível.
Estava em um lugar desconhecido. Sabia que deveria estar ali, para o sucesso de sua missão. Mas caso   aquela fênix em chamas não o guiasse, talvez nunca encontraria aquele lugar.
John queria respostas. Ele não estava acreditando no que via. Achava que eram apenas lendas. E ali estava o motivo da sua missão, a apenas alguns passos depois daquela colina.
John Adam tinha apenas 13 anos, mas como qualquer guerreiro, ele era bastante desconfiado e sabia que teria que ter cautela naquele local, ainda mais se as lendas se confirmassem. Guardou sua espada e, com medo, seguiu em frente. Se ele queria conhecer o lugar, que conhecesse de modo pacífico.
Pelos deuses, o que é aquilo? John sentiu um medo profundo ao ver um dragão dormindo ao redor de um pinheiro, guardando... o que era aquilo? uma toalha de ouro ou um velo dourado?

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

[T&S] Fanfic do Dia: O Herdeiro do Submundo

Voltando com a nossa divulgação de fanfictions, aqui vai uma fanfic de Percy Jackson sobre um filho de Hades, chamada O Herdeiro do Submundo, escrito por um de nossos ADMS, o Rômulo Neto, que tem por nick o mesmo que o título da fic.

Sinopse: Aqui você inicia uma nova jornada. Uma viagem só de ida para o lugar onde todos entram, mas poucos são os que saem. Grandes aventuras lhe esperam nessa estrada para o dominio de Hades. Mas acredito que você está em boa companhia, caso goste de perigos, fantasmas e coisas sobrenaturais. Você esta com O Herdeiro do Submundo.

Não esqueça sua moeda ou somente morto entrará.



Vamos postar o primeiro capítulo aqui:

Subnivel 1: Meu encontro com o destino
Se você está lendo isto é porque já ouviu algo sobre mim, caso não tenha ouvido agora saberá de toda a verdade. Sabe todos aqueles seres mitológicos e deuses? Eles existem e se você é um meio-sangue como eu fique atento, um monstro pode lhe atacar a qualquer momento. Caso não seja, sinta-se aliviado e conheça minha história.
Aqui estou eu, em meu chalé de mármore negro recém-construído. Depois que Perseu Jackson salvou o Olimpo do titã Cronos todos os semideuses estão sendo reclamados por seu pai ou mãe deus. E todos tem seu chalé no acampamento meio-sangue. Esta é uma grande história. Mas não é a minha.
Mesmo sendo aceito no acampamento, você sendo um filho de Hades como eu, sempre receberá olhares do tipo “não te queremos por perto”.  Mas aprendi com meu meio-irmão Nico Di Angelo a não dar conversa para essas pessoas. Pena que Nico esteja tão ocupado nos últimos meses com missões para nosso pai.
- Vamos Nicodemos! – Sim, meu nome é Nicodemos, eu nasceria de novo só para mudar meu nome.
- É Nick. Me chame apenas de Nick, já disse isso a você Michael. – E este é o meu melhor amigo, um dos únicos que não se incomoda em estar comigo. Ele e seu irmão mais novo, Billy, chegaram aqui um pouco antes de mim. São filhos de Apolo, não suporto quando ele me vem com poesias.
- Ok Nick, mas vamos logo. Sua namorada está esperando.
- Ela não é minha namorada!
- Vocês já estão juntos a 4 meses! Quando vai admitir isto? – E assim foi o caminho inteiro até chegarmos a arena, onde Lisa nos esperava. Lisa era uma linda filha de Hécate, a deusa da magia. Eu a admirava pois ela era gentil, linda, encantadora e lutava muito bem.
- Ele que nos atrasou Lisa. – Michael logo colocava a culpa em mim pois sabia que ela não brigaria comigo.
- Oi Lisa.
- Olá Nick. – Ela me deu um dos seus beijos intensos, parecia que a magia fluía de seu corpo para o meu, como se aquele fosse ser um de nossos últimos beijos. Mal sabia eu que dessa vez seria.
- Qual a novidade? – Interrompeu Michael.
- Recebi uma missão.
- Interessante, quando partimos?
- Dessa vez não será com vocês Nick. – Disse Lisa em um tom triste, sempre íamos juntos em missões. – Vou com uma garota de Hefesto e uma filha de Afrodite. Quiron disse que tinha de ser assim.
- É Nick, agora Lisa tem suas próprias missões secretas.
- Vou partir com elas daqui a pouco, só queria avisa-los antes.
- Tome cuidado Lisa, e volte logo. – Disse para ela tentando não parecer angustiado.
- Voltarei. – E Lisa subiu a arena em direção a Casa Grande.
- - - - ¥ - - - -

A Lua já estava bem alta no céu, todos já estavam deixando o refeitório em direção ao anfiteatro onde meu amigo Michael e seus meios-irmãos do chalé de Apolo fariam suas apresentações. Enquanto isso, resolvi dar uma volta pela floresta. Caminho até chegar ao Punho de Zeus, local conhecido pela Batalha do Labirinto (outra grande história). Gosto de sentar ali e ficar pensando...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 5

O capítulo 6 não ficou atrativo, então aqui vai só o capítulo 5.

Capítulo 5

Charles estava realmente muito animado. Ele acabara de sair do almoço no refeitório, e a notícia realmente havia aumentado em muito seu ânimo. A Caça a Bandeira era hoje! Ele falara com vários campistas veteranos e pegou todas as informações que podia. Mas porque ele estava tão animado? Ora, era o momento perfeito. O momento em que ele mostrará para a sua mãe que ele vale a pena ser reclamado.
Charles deitou na grama, banhado pela luz do sol acima dele. Um sorriso podia se encontrar em seu rosto. Ele tentou lembrar de todas as palavras de Quíron. Se a memória dele não estivesse falha, ele podia lembrar do seguinte: O evento era a vingança de Apolo contra Ares, quando o mesmo perdeu na última Caça a Bandeira. Ares em aliança com Hefesto, Hebe, Atena e Deméter. Apolo em aliança com Hermes, Nêmesis, Íris, Hécate e Dionísio.
Uma possibilidade entrou na mente de Charles como uma bomba. ELE estava contra Andrew. Ele não teria chances nenhuma numa luta mano a mano. Porém esse pensamento logo se afastou, afinal, não haveria como, em uma floresta onde dezenas de campistas estariam lutando, ele ter que lutar logo com ele. Porém, a força do time vermelho aumentava em muito só com a presença dele.
O dia foi passando até que as 17:30, onde estava marcado para que todos os campistas pertencentes aos dez chalés se reunissem na frente da floresta. Charles chegou meio atrasado, mas todos os chalés estavam lá já. O grupo de Ares estava com camisa vermelha por baixo das armaduras, enquanto o grupo de Apolo usava uma camisa laranja. Todos do grupo de Apolo estavam reunidos em uma roda. Sussurrando alto o suficiente para apenas aqueles na roda pudessem ouvir, Lucas, o conselheiro-chefe do chalé 7, disse:
– Então pessoal, é a nossa chance agora. Eu peço a ajuda de todos vocês. Precisamos derrotar Ares hoje. O objetivo? Bom, nós ficaremos com a parte Norte da floresta e eles com a Sul. Temos que encontrar a bandeira deles e levá-la ao nosso território. Assim que cruzarmos o território, a trombeta vai soar e anunciar o vencedor. A fronteira é no riacho que passa no meio da floresta - disse, apontando para a nascente do riacho que estava apenas alguns metros do grupo - e - ele diminuiu o tom - a nossa bandeira vai ficar no extremo Sul - todos concordaram com a cabeça, inclusive Charles - Bom: Hécate, vocês ficam com a Linha de Defesa, perto da bandeira. Quando a trombeta soar, vocês devem ir direto para lá, entenderam? - alguns campistas disseram "sim" - Irís, vocês vão adentrar a floresta junto conosco, Apolo, e mandará as informações que conseguirem para nós, entendido? Ótimo. Nêmesis: Sua função é capturar a bandeira. Dionísio: Usem seus poderes com as vinhas para criar armadilhas, junto com Hermes. Entendido? - todos concordaram com a cabeça - Mais uma coisa: Eles têm Atena, A estratégia e a força juntos. Tomem muito, muito cuidado.
– Silêncio! Todos vocês! - Quíron se pronunciou - Vamos dar início a atividade! Todos já sabem as regras! Arrumem seus campistas, e em cinco minutos daremos início a Caça a Bandeira! - todos começaram a gritar com a última frase de Quíron.
Deram a Charles uma armadura para lá de pesada. Sabendo que tal peso só diminuiria sua velocidade e seu poder na luta, Charles retirou o capacete e ficou apenas com o peitoral, as ombreiras, as cotoveleiras e as joelheiras. Ele recebeu uma bela espada feita de bronze celestial. A embainhou. Lucas pegou a bandeira e, ao soar, da trombeta, o acampamento se dispersou numa velocidade surpreendente.
Charles correu para o meio da floresta, em seu território. O sol já estava se pondo a essa hora. Os grandes pinheiros tomavam uma boa visão do céu. A vegetação mediana impedia um pouco o caminhar de Charles, mas isso não o impediu de adentrá-la mais. Fez sua primeira arapuca, a qual havia aprendido com seu pai, e seguiu mais adentro. Não se passou muito tempo até Charles ouvir o som de metais se chocando a sua direita.Invadiram nosso território!.
Ele foi na direção do som. Ao chegar lá, ele viu um campista com uma camisa vermelha embaixo da armadura, e o número "3" colado em seu peitoral. O campista do grupo de Apolo estava perdendo feio a batalha. Ele possuía vários cortes e seu capacete estava amassado. O campista vermelho ganhava terreno furiosamente, utilizando de qualquer brecha para atacar seu adversário. Charles não pode ficar parado. Ele se esgueirou por trás de seu inimigo e bateu fortemente com o punho da espada no pescoço do semideus. Ele caiu desmaiado no chão.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 4

Tá né, super atrasado mas tudo bem.
Capítulo 4 - O Treinamento
Charles acordou com uma dor latejante em suas pernas. Tomou um pouco de Néctar e foi de muleta até o refeitório onde sentou na mesa de seus companheiros de Chalé. Comeu silenciosamente, numa tentativa de tentando esconder a sua raiva por sua mãe. Obtivera sucesso até Quíron levantar-se e começar a falar:
– Bom dia, semideuses! - O forte bom dia de Quíron foi respondido da com uma força ainda maior, o que deixou o centauro satisfeito - bom, poucos de vocês tiveram a oportunidade de vê-lo, então, irei apresentá-lo - um calafrio correu pelo corpo de Charles, ele já havia antecipado o que ocorreria a seguir - Eu apresento a vocês, nosso novo campista: Charles Mcder! Levante-se Charles, e venha até aqui.
Charles fechou seus punhos, abaixando sua cabeça. Seu corpo estava domado pela vergonha. Ficou lá por algum tempo, até que uma mão tocou em seu ombro. Era um sátiro, ele trazia duas muletas em suas mãos.
Ótimo, eles acham que fiquei aqui por não poder andar.
Ele aceitou as muletas, e, com a cabeça baixa, foi andando lentamente até a elevação onde se encontrava Quíron, Senhor D. e Argos. Quando chegou lá, levantou levemente a cabeça, e viu centenas de olhos fixados nele. Todos esperaram que ele falasse algo, porém quando Quíron viu que ele não falaria nada, limpou a garganta e disse:
– Bom, eu o trouxe aqui para pedir desculpas em público por não haver nenhum sátiro por perto quando foi atacado pela Quimera - um murmúrio baixo começou a se espalhar - porém, quando percebemos o ataque, não tínhamos como ajudá-lo imediatamente, então, através de alguns espíritos da natureza enviamos uma espada de bronze celestial para ele. Ele resistiu bravamente contra o ataque da Quimera antes de nossas tropas chegarem para matá-la.
Um silêncio pairava sobre o refeitório. Charles observava cada rosto para ver suas reações. Conseguiu ver medo, admiração e raiva no rosto de alguns semideuses. Então, uma voz se ergueu no meio dos semideuses, vindo da mesa onde Charles estava sentado.
– Ele sobreviveu sozinho ao ataque de uma Quimera! Talvez o único aqui que poderia ter feito isso sem treinamento algum é o Andrew! - O olhar de todos se viraram para um garoto de mais ou menos treze anos, ele tinha cabelo negros cacheados, tinha um olhos escuros e penetrantes, usava uma camisa vermelha que delineava músculos muito proeminentes. Ele estava sentado na mesa do Chalé 5, o Chalé de Ares.
Andrew focava a mesa de madeira, sem nenhum interesse na conversa. Charles conseguiu perceber que ele era temido, forte. Ele estava frio, ignorando todos os olhares e recomeçou a comer sua comida em silêncio. Ele emanava poder, e ser comparado com alguém mais forte do que qualquer um no Acampamento fez a autoestima de Charles dar um pulo. Com um limpar de sua garganta, Connor continuou:
– Reconhecem isso? Então, ele não merece o silêncio de vocês.
Com um sorriso no rosto, Connor começou a unir as palmas de suas mãos. Os aplausos dele foi aumentando como uma onde de som que se espalha por um ambiente. Lentamente, cada campista se unia ao coro de baques que as batidas produziam, e após alguns minutos, todas as mãos se uniam produzindo sons direcionados a Charles. Charles ficou envergonhado, mas percebeu que vários semideuses batiam palmas forçadamente, com um sorriso falso no rosto.
Quíron acabou com os aplausos com um levantar de suas mãos, e depois disse: - Bom, esse ato me pegou de surpresa. Mas, como vocês devem saber, não recebemos novos campistas a quase nove meses. Eu realmente não entendo isso, nossas tropas estão menores, se uma guerra nascer rapidamente podemos ser dizimados, precisamos aumentar em muito nossa força de combate. Então, Charles deve ser treinado até o dia em que for reclamado, após esse dia ele treinará por ele próprio - ele olhou para Andrew por um instante -, Andrew! Você será o professor de esgrima de Charles. Vocês começaram depois que ele se recuperar - Andrew apenas fez que sim com a cabeça sem demonstrar nenhum contato visual. Com um gesto, Quíron pediu que Charles descesse e eles continuaram a refeição. Mas agora muitos campistas falavam sobre Charles através de sussurros. Charles teve tempo apenas para dar um sincero obrigado a Connor e saiu do refeitório.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 3

Terceiro capítulo meio atrasado... Mas ele tá legal, acho.


Capítulo 3 - O Acampamento


      Charles acordou com uma dor forte na área dos joelhos e em seu pé. Abriu seus olhos lentamente, com a vista embaçada, conseguiu apenas discernir um teto alto. Se sentou e, após seus olhos se acostumarem com a claridade, analisou o estado de seus joelhos.
Uma mancha vermelha grande estava bem ressaltada por cima das ataduras que ficavam em cima de cada joelho. Ele estava usando apenas uma cueca preta e seu peito estava enfaixado do ombro a cintura. Alguém havia cuidado dele, e, trocara sua cueca - um arrepio correu por todo o corpo de Charles -, mas a frustação foi contida quando ele percebeu seu estado.
A pessoa cuidara dele então ele não morreria graças  esses cuidados médicos, mas também teria uma grande dívida com ela. Charles olhou em volta, ainda fraco. Ele conseguia ouvir um cair de águas em algum lugar, ouvia gemidos e passos apressados de pessoas andando no corredor a frente ele. Mas esse mundo estava separado dele por cortinas brancas que ficavam em volta da cama.
Seu pé estava bem melhor, ele o movia livremente pela cama, porém seus joelhos aparentavam um choque muito grande. Mesmo se esforçando, ele não conseguia lembrar de ter batido os joelhos, ele não lembrava de nenhuma dor. Com um suspiro, passou toda a noite passada em sua mente. Ele colocou a mão no coração quando lembrou de seu pai sendo morto pela Quimera, sentiu um gosto amargo de lágrimas em sua boca.
Eu sou órfão. O poder desse simples pensamento abriu um buraco no coração de Charles. Ele começou a chorar intensamente pela morte do pai, sentindo cada lágrima passando pelo seu rosto e caindo no lençol branco no qual ele apertava com força. Depois de um tempo não havia mais lágrimas, e ele apenas recostou a cabeça na cabeceira da cama, os olhos fitando o teto e sua mão direita passando por seu rosto e parado em seus cabelos loiros. Fechou os olhos e ali permaneceu, imóvel. Agora, ao invés de ir ao lago pensar em sua mãe, deveria pensar em seu pai também.

*   *   *

Charles abriu seus olhos vagarosamente.
- Oh! Você acordou!
Charles tentou reconhecer a voz, em vão.
- Consegue se sentar?
Charles se apoiou no colchão e foi levantando lentamente, sentindo dor em seus joelhos ainda. Quando sentou, viu uma garota do lado da cama. Ela aparentava ter treze ou catorze anos. Usava um uniforme de hospital e seus cabelos negros estavam presos para trás em um coque. Seu rosto possuía feições suaves e ela tinha olhos negros incandescentes.
- O-onde estou? - disse Charles, fraco.
- Está no Acampamento Meio-Sangue, Nova Iorque, Manhattan.
O corpo de Charles ficou paralisado. New York? Manhattan? Eu estou muito longe de Ohio.. Como vou voltar? - esse pensamento rapidamente saiu de sua mente quando lembrou que não tinha casa. Meu Deus! O que eu faço?
- Nada.
- Disse alguma coisa? - perguntou Charles a enfermeira que estava molhando um pano branco em uma bacia somente mais ou menos cheia.
- Não, por quê?
- Nada, esquece.
Charles tentou imaginar de onde vinha aquela voz que o havia aconselhado. Esse nome, Acampamento Meio-Sangue... Me é familiar.
- Quanto tempo fiquei dormindo?
A garota passou um tempo pensando e respondeu:
- Você ficou em coma por quase uma semana, o único sinal de que você estava vivo era sua leve respiração.
Charles suspirou levemente e deixou que a menina trocasse suas ataduras.
- Posso perguntar uma coisa? - perguntou a garota.
- Claro.
- Como você sobreviveu a um ataque de uma Quimera?
Charles demorou para responder.
- Eu não sei. - e com essa seca resposta, eles pararam de conversar.
Passados alguns dias, Charles conseguiu se recuperar graças ao Néctar e ambrosia que havia recebido. Agora, ele recebera duas muletas para andar e saiu da enfermaria com ordens para ir direto a Casa Grande. Ele não demorou muito para chegar lá, bateu na porta com o ombro e esperou até que alguém abrisse., e para sua surpresa, uma criatura metade cavalo e metade humano apareceu cavalgando atrás dele.
Com a surpresa, Charles deu um grito abafado. Seu medo fez com que suas mãos escorregassem das muletas, seu joelhos cederam e ele caiu na madeira da qual era feita a varanda da Casa Grande. Uma dor indescritível se formou criando mais um grito abafado por sua mão.
- Calma garoto! - disse o centauro.
Charles tentou se arrastar para longe, mas suas costas bateram contra a parede e ele se viu sem saída.
- Meu nome é Quiron. Sou o Diretor de Atividades do Acampamento Meio-Sangue. Não precisa ter medo, venha comigo. Eu lhe explicarei tudo.
Charles balançou a cabeça. Não. As lembranças da Quimera o impediram de raciocinar direito, até que uma voz, como a de um trovão, surgiu em sua mente. Não tenha medo Charles, Vá. Charles fechou os olhos e tentou encontrar uma solução para o problema.
Vá.
Não, eu não vou. É perigoso, meu pai sempre me ensinou a não acreditar em estranhos - pensou ele, como uma criança de nove anos.
Vá, filho.
Charles abriu seus olhos, procurando uma resposta. Relutante, pegou suas muletas e levantou.
- Que ótimo! Mas você não pode andar por aí assim, vai apenas se cansar mais ainda. Suba!
O Centauro deitou-se para que Charles pudesse subir. Quando ele subiu, Quíron levantou-se rapidamente e começou a cavalgar lentamente.
- Então - disse o centauro - Charles não é?
- S-Sim - gaguejou Charles
O centauro deu uma risada bem amigável.
- Não fique com medo meu jovem, estamos apenas em uma caminhada ao ar livre. Bom, acho que devo explicar algumas coisas pra você. Você gosta de Mitologia? Da grega, principalmente?
Charles revirou sua mente a procura de mitos gregos.
- Sim, gosto muito dela.
- Bom, como você já deve ter percebido, a mitologia grega não é mentira, não são histórias criadas para explicar os fatos. Os deuses gregos, os monstros, os objetos e principalmente os semideuses são verdade.
Charles tentou assimilar tudo aquilo. Bom, ele estava falando com um Centauro, havia lutado com uma Quimera e havia recebido ajuda de Ninfas. Aquilo era muito confuso para ele. Quando Quíron percebeu isso, o levou até a margem do estreito de Long Island. Lá, Charles se sentou e ficou atento as palavras de Quíron.
Enquanto Quíron falava, Charles absorvia cada pedaço de informação que conseguia. Tudo se encaixava, exatamente tudo. Quando Quíron terminou de explicar a última parte, a qual falava sobre os semideuses, Charles deu um leve suspiro.
- E como sei que sou um Semideus?
- Bom, sua dislexia e o TDAH podem afirmar que sua mente está conecta ao grego antigo, e o TDAH é nada mais do que seus reflexos em batalha. A Quimera também não o atacaria se você fosse um mortal qualquer.
- Entendo... Mas, por que ela me abandonou? - Charles envolveu os braços em seus joelhos.
- Charles... - disse Quíron, como uma voz compassiva - Zeus fez um decreto, no qual os deuses não poderiam ficar muito tempo com seus filhos, porque eles passariam a esquecer suas tarefas e se tornariam mais "humanos". Para isso, foi criado o Acampamento Meio-Sangue, um centro de treinamento para os semideuses. Você ficará seguro enquanto estiver aqui. Até que seu pai ou mãe divino o reclame, você ficará no Chalé de Hermes.
Ele subiu no lombo de Quíron, inconformado com sua mãe, mas estaria a salvo lá. Após pegar sua muleta, ele entrou no Chalé de Hermes rapidamente. Recebeu as boas vindas de Connor e Travis Stoll e deitou, com ódio de sua mãe. Esperando um novo dia e se agarrando a sensação de salvamento que o Acampamento o trazia, dormiu.

#Gabriel

Aguardem pelo próximo capítulo!
Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor!
Comentem sobre a fic!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 2

Bom galera, hoje é segundo capítulo dela e espero que gostem : D

Capítulo 2 - A Luta

       Charles olhou para o monstro, aflito. "Uma quimera? Não, não é possível. Talvez... Alucinações causadas pela fumaça? Não, patético." Voltou a floresta e se escondeu atrás do primeiro pinheiro que viu. Sentou, com as costas apoiadas na madeira, e ficou batendo a cabeça na árvore. "Quimera... Quimera... Vamos Charles! O que você sabe sobre Quimeras?"

       Tentou lembrar de sua aula de filosofia da semana interior. Qualquer informação seria bem-vinda naquele momento. "Quimera... Ah!" - lembrou: "Quimera é uma figura mitológica caracterizada por uma aparência híbrida com dois ou mais animais, e a capacidade de lançar fogo pelas narinas".

       Se arriscou a espiar o monstro. Ele devia ter mais ou menos dois metros de altura. Tinha um corpo de leão e asas de águia. Mas o que realmente fez Charles temer foi a sua calda e sua cabeça. Onde deveria estar a cauda, havia uma cobra, uma naja, e onde deveria estar apenas uma cabeça, havia duas cabeças de leões com chifres imensos.

       A criatura estava envolta nas chamas, queimando mais ainda a cabeça e rosnando. "Está procurando algo"– pensou Charles. Como se a visão do monstro não fosse suficiente, Charles engoliu em seco com a possibilidade de o monstro não estar procurando algo, e sim quem. "Mas, ele é um monstro mitológico, não existe". Mas Charles sabia que ele era de verdade. O fogo e a fumaça eram reais, ele sabia disso.

       – Merda - disse Charles, batendo mais uma vez a cabeça no pinheiro, com isso, alguns pinhos caíram na terra ressecada, fazendo um barulho bem alto.

       O monstro se virou para Charles, as duas cabeças sibilando para a árvore, logo em seguida Charles sentiu a temperatura aumentando, o fogo estava mais perto. Ele consegui rolar no chão antes que uma bola de fogo destruísse a árvore. Sentiu uma pontada no pé, uma dor imensa, quando olhou para seu pé percebeu que ele estava em uma posição estranha, porém a adrenalina anulara a dor, e ele correu para o único lugar onde ele estaria a salvo temporariamente do fogo: O lago.

       Ele correu, ou melhor, mancou o caminho inteiro. A adrenalina podia ter anulado a dor, mas se andar era difícil, você pode imaginar quanta dor Charles sentia no momento. O monstro o perseguia pelo ar, soltando bolas de fogo na floresta causando um verdadeiro incêndio agora. Charles tossia muito, estava ficando lento, a dor aumetara drasticamente. Quando viu o lago, Charles simplesmente pulou nele sem pensar em nada. O lago era limpo e raso, então Charles conseguia ver perfeitamente o monstro por entre as águas cristalinas.

       Ele estava sobrevoando a água, jogando bolas de fogo que faziam a água borbulhar e evaporar. Charles percebeu que enquanto ele jogava as bolas, ele parava de atacar por alguns segundos, esses segundos salvaram a vida de Charles, pois quando o monstro dava seu intervalo para uma nova bola de fogo, ele submergia e respirava o ar.

       Mas ele sabia que não poderia ficar assim, provavelmente iria se cansar e morrer afogado, e a água do lago estava ficando muito quente por sinal. Enquanto Charles pensava em algo, uma nova bola de fogo foi lançada, e ela foi mais intensa que as outras, deixando a água a ponto de queimar Charles. Em meio ao calor, Charles viu uma espada prateada presa por entre as pedras que ficavam na margem do lago.

       Ele nadou até lá, e rapidamente pegou a espada. E levantou. O monstro estava voando sobre o lago atiçando o fogo na água. A dor no pé de Charles ainda era monstruosa, e o pé quebrado apenas dificultava seus movimentos. Charles tentou andar, em vão, o pé dele fez um movimento brusco e ele caiu com um impacto forte. Com seu grito de agonia, o monstro olhou para ele, as duas cabeças se preparando para lançar o fogo.

       Mas a quimera não o fez. Ela simplesmente voou até Charles, passou por cima dele e com sua calda quase        arrancou o pescoço de Charles. Mas, seu ataque foi interceptado. Charles, mesmo com o pé quebrado, usou reflexos que ele não sabia que possuía: Ele esquivou, segurou na cobra e subiu no leão, logo em seguida cortou a cauda.

       Um grito estridente acompanhado de uma coluna de fogo saiu das bocas da criatura. Charles segurou nas asas de águia dela e ela saiu voando, soltando bola de fogo. A dor proporcionada pela mão de Charles arrancando suas penas para tentar não cair fazia a Quimera apenas gritar mais e soltar mais fogo.

       Charles não estava mais aguentando, e sabendo que iria cair logo depois cortou uma asa da Quimera, fazendo ambos caírem. Charles caiu brutalmente no chão, seu pé sangrando e agora várias partes do seu corpo também sangram. Entre a Quimera e ele havia apenas uma faixa de pó. Ela se levantou, com apenas uma asa. Estava cansada. Charles sabia que não poderia se mover. Ele ainda estava com a espada. Se ela viesse atacá-lo, ele poderia matá-la, porem, nada a impede de incinerar Charles.

       Ela estava pronta. Seus olhos vermelhos mortíferos fuzilando Charles. Foi quando algo inesperado aconteceu. As árvores se mexeram, delas saíram várias mulheres verdes com vestidos da mesma cor. Elas enrolaram a Quimera, usaram seus braços fortes para segurá-la, imobilizá-la. Uma delas pediu a espada de Charles, ele a entregou. Depois de alguns minutos, apenas uma faixa enorme de pó cintilante restava do monstro.

       – E agora? - perguntou uma mulher-verde.

       Uma outra mulher-verde foi até Charles, se abaixou e disse:

       – Vamos levá-lo ao acampamento, lá você estará seguro.

       Ao ouvir essa frase, Charles apenas continuou deitado, esperando estar a salvo. Qualquer lugar era melhor que aquele, seu pai morto, casa destruída. Ele realmente não tinha para onde ir. Então, apenas fez um sim com a cabeça antes de seus olhos focarem apenas a escuridão.

Aguardem pelo próximo capítulo!
Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor!
Comentem sobre a fic!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

[T&S] FIC| A Destruição do Olimpo - Parte 1 - Capítulo 1

Desculpem-me o atraso, mas aqui está, perante a vocês, a fic de estréia, que foi escrita pelo "Gabriel". Ela terá mais capítulos e todos serão postados aqui, assim é o plano.
Sem mais nem menos, aproveitem!

Capítulo 1: O incêndio.

    
        O sol já se encostava ao horizonte quando Charles chegou, tirou os sapatos sujos e entrou em sua casa. Olhou pela janela, o vasto vale que ficava atrás da sua casa estava deslumbrante com o brilho laranja que o pôr-do-sol criara. O perfume de seu pai impregnava o ar. Charles abriu o a janela, um vento varreu a casa fazendo seus curtos cabelos loiros, já rebeldes pela caminhada, bagunçarem-se totalmente.
            Charles olhou para sua casa. Os livros de seu pai jogados pela casa, uns abertos pelo vento e outros ainda fechados. Alguns nomes podiam ser lidos: “A caçada de Merlin pela Nova África”, “A visão de um arquiteto” e até alguns como: “Vulcões, prós e contras”. Charles jogou o sua mochila na poltrona de sua casa e caminhou pelo corredor, até encontrar uma porta branca, e entrou.
            O cômodo não era muito grande: Duas poltronas, uma escrivaninha com sua cadeira, duas janelas abertas, um lixeiro cheio de papéis amassados, um grande mapa-múndi estava numa mesa do mesmo tamanho, pequenos bonecos de guerra estavam dispostos aqui a li, como se fosse uma revolução de brinquedos, e um mural com várias folhas seguradas por imãs deixavam a sala com o ambiente familiar que trazia um ar de segurança a Charles.
Seu pai estava, como sempre, na cadeira da escrivaninha, pensativo. Caneta na mão, o papel iluminado ainda mais por um pequeno abajur, estava fazendo o que mais gostava: Escrever.
            – Pai? – chamou Charles, enquanto batia em seus ombros.
            – Ah, oi filho – ele se levantou e deu um abraço em Charles – Estou pesquisando um pouco para meu novo livro.
            – Posso ler? – disse Charles, enquanto olhava por trás dos ombros do pai.
            – Não. – ele rapidamente pegou as folhas, colocou-as na gaveta e a trancou – apenas quando eu tiver terminado.
            Charles desde sempre tivera curiosidade em ler os livros do pai. Claro, ele não era um grande escritor, mas seus livros davam para pagar as dívidas e a escola de Charles. A regra não-leia-até-que-eu-termine existe dede que Charles se conhecia por gente.
            Charles deu um sorriso e foi para fora pela porta dos fundos, caminhar. Acenou para seu único vizinho que estava saindo de férias naquele dia e adentrou na floresta de pinheiros. Andou, não muito e achou um lago. Lembranças boas remontavam sua mente, um sorriso, talvez. Era a única lembrança que tinha de sua mãe. Uma tarde no lago. Ela se foi quando Charles tinha apenas cinco anos, em um acidente de ônibus. Ele não conseguia lembrar-se do rosto dela. Apenas lembrava-se de seu corpo em um vestido branco de linho. Só.
            Charles ia aquele lago todo o dia, para lembrar de sua mãe, para pensar na vida. Quando se tocou, já estava escuro. Ele se levantou, tirou os pés das águas límpidas e segui seu caminho até casa. No meio do caminho, sentiu um cheiro forte. Um cheiro de fumaça.
            Seu pai estaria fazendo um churrasco? Não, dificilmente, ele não gosta de carne. Não faria algo que não gosta. Seu vizinho havia saído, então, o que poderia ser? Charles correu, o cheiro aumentara. O mundo estava pintado de cinza. Ele começou a tossir, tapou seu nariz e boca com a camisa. Correu, correu como um louco. Seu pai era esperto, não queimaria nada se não precisasse, e muito menos deixaria algo no fogão e esquecido dele. Algo estava errado, muito errado.
            A floresta se abriu, e o coração de Charles entrou em pânico.
            A sua frente, ao invés da sua casa, via apenas fogo, fogo ardente. O segundo andar da casa acabava de cair quando chegou. Seu pai, onde está ele? Charles se aproximou ainda mais, a fumaça diminuía em muito o alcance de sua visão. O sangue pulsava forte em suas veias. Se prendeu a esperança de um grito masculino. “Ele está vivo, deve ter saído, sei lá, ele tem que estar vivo” pensava Charles.
            Essa esperança apenas devastou mais ainda seu espírito ao ver um corpo envolto em chamas. Um corpo familiar, o corpo de seu pai. Ele estava todo queimado, o corpo sendo destruído pelas brasas. Charles teve um último momento para capitar o rosto de seu pai. Antes que a Quimera o devorasse.

Aguardem pelo próximo capítulo!
Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor!
Comentem sobre a fic!

[T&S] Anúncio: Fanmade Semanal

Olá.
Venho hoje vos deixar a par de uns dos muitos projetos que estão em planejamento e/ou execução na Tributos e Semideuses. Esse projeto é o Fanmade Semanal!
O projeto, envolve um tipo de entretenimento alheio da obra original de Jogos Vorazes e Percy Jackson. Essa diversão seria dar a vocês sugestões de fanfictions, livros e filmes.
Botando isso em prática, ficará assim:

  • Segunda-feira com fics (as fics serão inéditas, escritas pela nossa equipe)
  • Quarta-feira com resenhas cinematográficas (filmes diversos, resenhados pelo "Will")
  • Sexta-feira com resenhas literárias (livros diversos, resenhados pela "Letícia")
O objetivo é incorporar uma parte nova e diferente para os fãs. Porque nós não somos apenas tributos e semideuses, muitos de nós são potterheads, shadowhunters e outros.
O projeto se inicia hoje a noite e o plano é que continue acontecendo. A programação dessa semana, a única a ser anunciada, é a seguinte:
  • Segunda-feira - Fic a ser postada: A Destruição do Olimpo - Parte 1, escrita por "Gabriel".
  • Quarta-feira - Resenha de cinema a ser postada: Eu Sou o Número Quatro, escrita por "Will".
  • Sexta-feira - Resenha de livro a ser postada: A Culpa é das Estrelas, escrita por "Letícia".
Então, aguardem lá pelas 20:00 de hoje á noite, a fic será postada aqui, e divulgada na page.
Comentem, dizendo sua opinião, se gostaram da fic/resenha ou não. Mas sejam respeitosos, por enquanto a função "anônimo" dos comentários está ligada, mas se você não prestarem ao respeito, será desligada.
Aguardem! E como eu falei nesse post, aguardem os outros projetos nossos!

Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

[T&S] Fanfic: On Stage


Pra quem acompanhou Ballerina Dreams (que não chorei nem um pouco com o final) não se desespere. Izabela Lopes começou outra fanfic com nosso amado Josh Hutcherson. Acabou de sair o primeiro capítulo e please, LEIAM e acompanhem!

Sinopse: Belle Parker é uma cantora mundialmente conhecida, ela cresceu fazendo programas de TV musicais em um canal infantil muito famoso, mas seguiu apenas como cantora, e se deu muito bem com isso. Desde de pequena o melhor amigo dela, Josh, sempre esteve em sua vida... Depois que o namoro de longa data de Belle terminou, Josh começa a parecer bem mais que um bom amigo... Fofocas, shows, filmes, glamour hollywoodiano e premiações não vão faltar.


E aqui vai o primeiro capítulo (e acompanhem depois, please!)

Capítulo 1 - Start All Over

Eu estava saindo de mais um hotel pela parte de trás e entrando mais uma vez no ônibus da turnê, que já era oficialmente minha segunda, e algumas vezes, primeira casa.
- Não aguento mais entrar nesse ônibus e acordar sem saber em que cidade estou. – falei emburrada entrando. – Eu amo fazer turnê, mas gosto de saber onde estou acordando. – Falei e minha amiga, e agente, Alison riu baixo.
- Vai dormir e para de reclamar Belle. – Ali disse ainda rindo.
- Você me ama Ali. – Falei rindo.
- Amo. Mas agora vai dormir, e sim, amanha acordará em outra cidade... Mas pense pelo lado positivo. É o ultimo dia dessa turnê.
Meu nome é Isabelle e tenho 19 anos, mas você provavelmente me conhece como Belle Parker. Sim, a garota que era do Disney Channel. Era muito bom quando eu tinha uns 8 anos, mas quando fiz 16 anos já não tinha tanta graça. Eu fiz tudo quanto é série naquele canal, e acabei em uma série musical, foi então que descobri meu amor pela música. Juntei o útil ao agradável e larguei tudo para seguir cantando. Dei muita sorte que meus fãs não me abandonaram.
- Eu amo turnês... – falei sonolenta. – Mas estou cansada. – Falei me jogando na cama.
- Se ajuda, amanha vamos acordar em LA! Ou seja: Casa. – Ela disse colocando meu cobertor na ponta da minha cama.
- Obrigada. – Falei olhando o cobertor. – Espera! – Acordei da minha lerdeza quando percebi o que ela havia falado. – LA? Eu tinha esquecido que essa era a ultima cidade da turnê! – Falei dando pulinhos na cama.
- Não sei onde anda sua cabeça Belle. Você que escolheu como ultima cidade, para assim que acabar ir direto para casa. – Ali disse voltando a rir. – Onde anda sua cabeça menina?
- Belle? – Ouvi uma voz masculina e me animei ainda mais.
- Ah, achei o lugar que sua cabeça... E pela animação, seu corpo se perdeu. – Ali disse rindo.
- Alison! – Falei tacando a primeira almofada que achei nela.
- Belle? – A voz repetiu.
- Estou aqui baby! – falei animada.
- Ah, estava te procurando e avisaram que vocês já estavam aqui no ônibus. – Luke, meu namorado, falou vindo em nossa direção.
Luke e eu estávamos juntos já fazia uns três anos. Nós nos conhecemos no meu ultimo programa do Disney Channel. Ele ainda estava no canal, mas estava de férias e aproveitou para viajar comigo na minha turnê dos EUA.
- Eu tinha te procurado, mas como não achei me trouxeram para o ônibus. – Falei puxando-o mais para perto. – Desculpa baby. Mas eu tinha que vir logo e eles falaram que iam te chamar. – Falei dando um beijo rápido nele.
- Porra, Belle, você sabia que eu estava no restaurante. – Ele disse chegando um pouco para trás. Pude ver Ali saindo do quarto e indo para a sala do ônibus. – Eles me acharam, mas queria que tivesse sido você.
- Luke... – Comecei. – Estou cansada, eu não lembrei baby... De verdade. – Ele tinha virado o rosto. – Luke...

domingo, 7 de outubro de 2012

[T&S] Fic do dia: Acampamento Meio-Sangue vs. Panem

Olá povo.
Venho hoje divulgar uma fanfic. Mas dessa vez é uma fanfic exclusiva. Que tal isso? E melhor ainda: coloca o Acampamento Meio-Sangue em Panem. Sonho, né?
Aqui vai:


Capítulo 1

A Esperança

Narração do personagem Kevin


Kevin estava balançando na rede de seu chalé 1, no acampamento meio-sangue, estava com fome, todos os semideuses estavam, mas fazer o que? Comiam uma vez por dia.
Depois da destruição da américa do norte, ela ficou um lugar apocalíptico, o oráculo previu a destruição e os semideuses do acampamento se exilaram no subterrâneo até acabar, quando saíram não encontraram sinal de vida humana pelas fronteiras.
Construíram um novo acampamento meio-sangue, e vários sátiros e semideuses partiam em missões tentando achar algum sinal de vida humana, e a localização atual dos deuses, que não respondiam às preces mais, ainda não tiveram sucesso, alguns nem voltavam.
O instrutor e diretor deles Quíron (já que Dionísio não precisava mais ser o diretor do acampamento pois ele já cumpriu seu castigo de uma centena), o centauro imortal filho de Cronos, que ajudou semideuses por séculos, incluindo os parentes antigos de Kevin, Percy Jackson e Annabeth Chase, ele era considerado muito especial por isso, era deles que viera seu nome completo: Kevin Chase Jackson.
Ele só não entendia como era filho de Zeus, a maioria dos integrantes de sua família eram semideuses filhos de Poseidon e Atena, incluindo Percy e Annabeth.
Ele ainda tinha esperança de haviam outros habitantes humanos nesse imenso país, ou mundo, ninguém sabia.
Ele queria partir em uma missão dessas de busca à vida humana, ele queria tentar, mas nos sorteios de missões ele nunca era escolhido, mas daqui a dois dias ia acontecer outro sorteio e ele estava muito ansioso para esse dia.
O sinal bateu, ele significava que era 12:00 hora de comer! Era sempre pouquíssima coisa, mas era o que tinham.
Kevin se sentou com os seus melhores amigos, James Cortelan, filho de Hefesto e Laysa Hollyend, filha de Hades.
-Olá Kevin!- Os dois cumprimentaram-o quando chegou.
-Ei, o que temos para comer hoje?-Kevin se sentou com eles.
Era contra as regras sentar com semideuses de outros chalés, mas ultimamente Quíron anda mais preocupado com outras coisas em vez de brigar com os semideuses por estarem se divertindo com seus amigos.
Quíron estava com um problema, pois na destruição do acampamento, o velocino de ouro se perdeu e as barreiras mágicas não existe mais, assim, monstros vivem atacando os semideuses e vários acabam morrendo ou sendo capturados.
Logo depois de comer, Quíron chamou a todos para uma reunião importante no pátio.
-Tenho um assunto muito importante para tratar com todos vocês.-O centauro dizia-Esse assunto resolverá se iremos morrer ou sobreviver.
Assim, todos os semideuses se calaram para ouvir.
-Bom, estamos passando por dificuldades.-Quíron continuou-Não temos uma barreira mágica, e os monstros estão atacando, e também, a fome está começando a invadir o acampamento, novos semideuses vão chegando e sendo gerados pelos semideuses mais adultos que ficam aqui, pois não tem para onde ir, logo iremos morrer de fome.
Ninguém disse nada.
-O sorteio para mais uma missão de busca aos deuses e à algum sinal de vida humana será agora, precisamos acabar com isso logo, essa será a última, se tiverem sucesso ficaremos vivos, se fracassarem como todas as outras, iremos morrer.
Kevin olhou para seus amigos James e laysa.
-É a nossa chance.-Ele disse esperançoso.
Quíron trouxe a caixinha mágica do sorteio, tirou um nome, hesitou, e enfim, abriu.
-Laysa Holyend!- O centauro gritou-se aproxime!
James e Kevin arregalaram os olhos, surpresos, Laysa foi até onde estava Quíron. Quando ela chegou ele falou.
-Laysa! Você é a nossa esperança!- ele disse olhando para ela- você e outros dois companheiros que irá escolher.
Ela não hesitou para falar quem era.
-Kevin e James claro!- ela sorriu.
Os dois se aproximaram, Kevin estava sorrindo, ele tinha 14 anos, e durante esse tempo todo ele esperava por esse momento.
Quíron sorriu para os três e se virou para os outros semideuses do acampamento.
-Palmas para esse três garotos!-O centauro dizia- eles são, a nossa esperança!



Autor: Arthur Cerqueira

Fonte: Grupo T&S

Ótima, não? Se você tem uma fanfic nos mande e nos postaremos no blog. Coloque no mural do Facebook ou no grupo.

Fique com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

[T&S] Fic do Dia: Ballerinna Dreams

E aqui estreia nosso espaço para Fic's de Jogos Vorazes, Percy Jackson, atores relacionados, etc.

Uma fic em particular e que faço QUESTÃO de postar aqui como estreia é a Ballerinna Dreams, de Izabella Lopes.
Essa fic conta a história de uma bailarina [óbvio] e que conhece uma pessoa muito especial: JOSH HUTCHERSON. Participação especial: SAM CLAFLIN (haha). Uma história muito viciante e DRAMÁTICA. E não vou contar mais pra vocês irem ler, né?


E pra deixar um gostinho de saber o antes e o depois, vou postar o capítulo postado hoje:

Capítulo 28 - Alguns Pontos


 Josh na mesma hora se colocou na minha frente. A menina que estava na nossa frente devia ter no máximo 17 anos, mas era visível que ela não estava ali para brincadeira. Eu tinha certeza que já a tinha visto em algum lugar...
                - Espera! – Falei tentando parecer calma. – Eu já te vi em algum lugar... – Comecei.
                - No seu pior pesadelo. – A menina respondeu ainda no tom agressivo dela. Segurei para não rir. Pior pesadelo? Sério? Viu isso num filme Disney e gostou? Ok, me segurei para não falar essas coisas... Era visível que Josh também havia segurado para não rir. Olhei mais uma vez para ela...
                - Lembrei! – Falei. – Você é a fã do Josh que me encontrou na cafeteria quando saí com o Harry. Você até pediu uma foto.
                - Como ousa falar daquele garoto na frente do Josh? Não é demais ter traído ele? Ainda tem que falar disso na frente dele? – Josh olhou para mim, estávamos realmente sem entender a menina.
                - Oi. – Josh começou. – A gente pode conversar e resolver isso de forma tranquila.
                - Claro. Forma tranquila... Com a idiota que te traiu na cara dura. – Ela disse apontando para mim.
                - Não podemos resolver nada dessa forma. – Josh disse calmamente.
                - Tenho outras formas de resolver meus problemas. – A menina disse tirando o que me parecia ser um canivete do bolso.
                - Você realmente não vai querer resolver seus problemas assim... Qual o seu nome? – Josh e sua tranquilidade.
                - Meu nome é Brianna. – Ela disse.
                - E agora... Primeiro abaixa isso. Não tem necessidade. – Josh disse apontado para o que realmente era um canivete, e estava na mão dela. – O que está fazendo aqui? – Ele disse ainda calmo, e ainda na minha frente.
                - Eu vim para deixar claro que era para essa vaca te deixar. Ela te traiu Josh! Eu vi com meus próprios olhos ela com aquele carinha. Eu sim sou a garota certa para você. – Eu realmente não conseguia acreditar que ela estava falando essas coisas.
                - Vamos conversar. – Josh disse chegando um pouco mais perto dela.
                - Claro, depois que a gente se livrar da Elizabeth. – Ela disse chegando mais perto. Mas uma vez Josh voltou a ficar na minha frente.
                - Josh, eu não quero te machucar. Mas se para chegar à Elizabeth eu precise, eu vou. – Ela disse e em seguida riu alto. Pausa dramática para riso maléfico da maníaca.
                Josh olhou para mim com cara de quem já não sabia mais o que fazer. E eu realmente estava me perguntando o que Angie e Sam estavam fazendo que ainda não tinham ouvido toda essa movimentação aqui na garagem.
                A menina maníaca foi chegando cada vez mais perto, e de acordo com que ela fazia isso Josh ia se colocando mais na minha frente. Foi aí que aconteceu tudo muito rápido. Ela meio que correu o curto espaço que ainda tinha entre a gente e empurrou o Josh. Claro que ele não caiu, ela não era tão forte a essa ponto, mas ele acabou indo para o canto. Ela veio com tudo na minha direção com o canivete. Mas Josh conseguiu a segurar por um dos braços dela. Mas um ficou livre.
                Foi o tempo de eu sentir algo quente no meu braço, e depois sentir cheiro ferruginoso de sangue perto de mim. Não senti dor. Era muita coisa acontecendo junto para me prender a detalhes como dor.
                No segundo seguinte Josh conseguiu segurar o outro braço dela. Ela deu um berro e acabou perdendo as forças. Assim deixou o canivete, que estava vermelho sangue cair. Não demorou e finalmente Sam e Angie deram as caras. O berro da meninamaníaca deve ter deixado claro que algo estava errado.
                Sam assim que viu o que estava acontecendo foi ajudar Josh a segurar a menina que estava se debatendo como louca. Angie veio para perto de mim. Na mesma hora ela olhou para o meu braço, me forçando a olhar também. Tinha um corte, não muito grande, mas tinha sangue por todo lado. Respirei fundo quando a dor começou a aparecer com tudo.
                - Sua idiota! – Ela berrava em plenos pulmões. – Era pra você estar morta! Sua imprestável.
                - Angie liga para polícia. – Sam disse sério. Angie olhou para meu braço como quem diz “temos outras coisas para resolver”. Sam logo entendeu. – Primeiro chama a polícia.
                Angie pegou o celular na bolsa e ligou. Explicou rapidamente o que estava acontecendo e desligou em seguida. Nesse meio tempo a menina foi acalmando. Sam ficou segurando-a sozinha e Josh veio em minha direção.
                - Me desculpa. – Ele disse encostando a testa dele na minha.
                - Josh não é sua culpa. – Falei.
                - Desculpa... – Ele disse. Na mesma hora ele rasgou a barra da blusa dele e amarrou no meu braço.
                - Josh não é sua culpa... – Repeti.
                - Claro que não é culpa dele! A culpa é sua! Sua nojenta! – Brianna falou. Ela tinha voltado a se debater.
                - Ah cala a boca. – Falei sem paciência. Ela me olhou assustada. Era a primeira vez que eu estava me manifestando.
                - Olha quem sabe se defender sozinha. – Ela disse com um riso debochado.
                - Não só sei me defender sozinha como também não preciso sair cortando ninguém para conseguir o que quero. – Falei juntando todas as minhas forças, a dor estava começando a ficar insuportável.
                - Sua... – Mas ela não conseguiu terminar. Na mesma hora a policia entrou na garagem e ela ficou quieta.
                Os policiais a pegaram, para o alivio de Sam que estava levando chutes e socos enquanto ela se debatia, e a prendeu. Nisso Josh e Sam foram explicar o que tinha acontecido. Angie veio para perto de mim me acalmar. Era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Os policiais a menina maníaca no carro e depois que Josh assinou o depoimento dele foram embora.
                - Resolvido. – Sam disse vindo abraçar a Angie.
                - Está tudo lindo, mas será que alguém pode, por favor, me levar para o hospital? – Eu estava literalmente perdendo minhas forças, e bastante sangue. Josh que estava do outro lado correu, atropelando Angie e Sam , e chegou ao meu lado.
                - Vem. – Ele disse me guiando para o carro. Ele correu para o banco do motorista e acenou para os dois que ainda estavam na garagem. Nunca vi Josh correndo tanto com o carro. Chegamos correndo, literalmente, ao hospital.
                - Josh... – Comecei a falar.
                - Chegamos. – Ele falou quando estacionou o carro. Não tentei falar mais nada.
                Josh preencheu uma ficha correndo e logo uma enfermeira me levou para um quarto. Deitei na cama e ela tirou o que o Josh tinha amarrado. Pelo jeito, de alguma forma, aquilo tinha sido útil. Ela pegou o que parecia ser um pano molhado para limpar meu braço. Tive que morder minha boca para não gritar quando a água entrou em contato com o machucado. Josh no mesmo segundo segurou minha mão.
                Acredito que ele e arrependeu-se disso pouco depois, a dor foi tanta que acho que esmaguei os dedos dele. Mas ele não falou nada. Ele estava num estado que nunca o tinha visto. A enfermeira terminou e foi saindo do quarto.
                - Só isso? – Josh perguntou.
                - O médico já está vindo. – Ela falou pouco antes de sair do quarto.
                Josh sentou na cama e ficou segurando minha mão, do braço que estava bom. Pareceu que ele ia começar a falar alguma coisa umas cinco vezes, mas todas vezes ele desistiu. Encostei minha cabeça no ombro dele e ficamos esperando o médico.
                - Com licença. – O médico entrou no quarto. – Meu nome é Dr. Smith.
                - Elizabeth. – Josh disse olhando para mim. – E eu sou o Josh.
                - Eu sei... – Ele disse meio sem graça. – Minha filha não me deixa esquecer o seu nome. – Josh ficou vermelho, e eu ri baixo. – Bom, vamos dar uma olhada nesse braço.
                Ele ficou um tempinho olhando meu braço, e eu mais uma vez tive que segurar para não gritar. Depois que ele terminou de olhar ele parou serio na minha frente.
                - Não foi nada grave. – Ele falou e voltei a respirar. Sim eu tinha prendido a respiração quando vi que ele estava serio. Vi Josh fazendo o mesmo do meu lado. – Vou precisar dar uns pontos, mas só. Eu já vou voltar. – O médico disse saindo do quarto.
                Josh levantou e ficou andando de um lado para o outro no quarto. Ele estava estalando os dedos, muito ansioso. Era visível que ele tinha algo para falar.
                - Josh... – Comecei.
                - Desculpa. – Ele falou visivelmente triste. Eu ia falar, mas ele pediu para eu esperar e logo continuou. – A maioria das fãs são normais, ou quase isso. A culpa é minha sim. Coloquei sua vida em risco. E... Eu verdadeiramente não sei o que faria se ela tivesse ido mais longe. Se eu não estivesse com você.
                - Mas você estava Josh. – Falei sentando na cama. Meu braço ardeu de dor, mas ignorei, não queria deixa-lo pior com a minha dor. – E você não tem que se preocupar com essa possibilidade, eu estou aqui. E ainda vai me aguentar muito... – falei sorrindo fraco.
                - Eu te amo tanto Liz. – Ele disse voltando para perto de mim.
                O médico logo voltou. Levaram-me para outra sala e Josh ficou no quarto esperando. Quando cheguei à sala fechei os olhos e fiquei assim. Eles deram anestesia local e em pouco tempo já estava tudo pronto e meu braço estava enfaixado. Voltei para o quarto e Josh estava em pé no mesmo lugar. Ele respirou aliviado quando me viu entrando no quarto e mais uma vez foi direto para o meu lado.
                - Correu tudo perfeitamente bem. Eu vou resolver a parte de papeis e já volto para conversar com vocês. – O médico disse sorrindo.
                - Liz... – Josh começou.
                - Viu? Está tudo bem meu amor. – Falei sorrindo. Ele segurou na minha mão.
                - Não sei o que faria sem você cabeção. – Ele falou com aquele sorrisinho torto. Eu ia responder, mas alguém foi mais rápido que eu.
                - Ah! Que amor. – A pessoa falou num tom de deboche.

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Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor
e da Lizzie!